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O Proprietário de R. B. Egan

segunda-feira, 18 de maio de 2026
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Hello, Queridos Pockets!

Amo um thriller psicológico, este da @editoratrama: " O Proprietário" de @rb.egan é daqueles livros que falam sobre recomeço, mas termina com um grito de alerta!

Ele me prendeu justamente por isso, e tudo comum demais, simples, cotidiano, e talvez seja aí que mora o perigo.

Cathy está fragilizada.
Um término inesperado, a perda do lugar onde vivia… aquele momento em
que tudo parece fora do eixo. E é exatamente nesse estado que surge a
“oportunidade perfeita”: uma casa bonita, um preço acessível, um proprietário doce e gentil.

Bom demais para ser verdade e a gente sente isso.

Cathy entra querendo recomeçar… mas, o que ela encontra está longe de ser abrigo — é controle disfarçado de gentileza.

O proprietário é educado, atencioso, quase acolhedor.
Mas existe algo nele que não se explica…então surge a regra: jamais entre no jardim.

Parece simples.... Porém, o problema e o perigo nunca é a regra — é o motivo por trás dela.

O mais angustiante é acompanhar Cathy percebendo, aos poucos, que já passou do ponto de voltar atrás. A casa deixa de ser refúgio e se torna um espaço fechado, onde cada detalhe carrega tensão.

E o leitor percebe antes dela…
o que torna tudo ainda mais sufocante.

“Algumas oportunidades não são sorte… são armadilhas bem disfarçadas.”

“A regra não protege — ela esconde.”

"Quando algo parece perfeito demais, talvez já seja tarde para duvidar.”

O que mais me marcou foi isso: não é sobre uma casa…
é sobre como a vulnerabilidade pode nos levar exatamente para onde não
deveríamos estar...

Queridos leiam, um thriller que apesar de um ritmo mais lento , cresce e muito e quando você percebe,
já está tão preso quanto a Cathy.






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O Mundo de Sofia de Jostein Gaarder

sexta-feira, 15 de maio de 2026
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Olá Pockets!
Carol Grayshadow por aqui e hoje trago uma indicação ideal para quem aprecia Filosofia.

O romance O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder, ocupa um lugar curioso entre a ficção e o manual introdutório de filosofia, e talvez seja justamente essa ambiguidade que explique tanto seu sucesso.

A obra acompanha Sofia, uma adolescente que passa a receber misteriosas cartas com perguntas aparentemente simples (“Quem é você?”), falo aparentemente por que essa pergunta é extremamente complexa e delicada. 

Já se perguntou: Quem sou eu? Esse questionamento nos leva a uma auto análise profunda e muitas vezes observamos nosso próprio abismo e surpreendentemente ele nos olha de volta. Portanto, esses questionamentos a conduzem por uma jornada através da história da filosofia ocidental de Sócrates a Jean-Paul Sartre.

Gaarder, por meio de sua escrita didática constrói um panorama que tem como principal mérito a acessibilidade. O texto evita conceitos complexos e os apresenta com clareza, tornando-se uma porta de entrada eficiente para leitores iniciantes que querem entender um pouco de filosofia.
Seu valor reside justamente em ser uma ponte simplificada, mas ainda assim eficaz para conduzir o leitor ao vasto território do pensamento filosófico.

Já leu esse livro ou ficou interessado (a) compartilhe suas ideias 👇🏼.



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A lista de leitura para corações solitários

quinta-feira, 14 de maio de 2026
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Hello queridos Pockets! Trago para vocês uma das nossas   LCS no Sociedade Literária Pocket: "A Lista de Leitura para Corações Solitários", da querida @editoraarqueiro, de @saranishaadamsbooks.

Esse livro chegou até mim como um abraço silencioso… daqueles que a gente nem sabia que estava precisando. 

✨ “Os livros podem ser uma forma de entender outras pessoas… e talvez até a nós mesmos.”

A história gira em torno de pessoas que, de alguma forma, estão perdidas: em lutos, rotinas vazias, medos ou solidões, e encontram nos livros uma ponte inesperada de conexão.

Amei como a autora constrói personagens tão humanos e imperfeitos. Cada um carrega suas dores de um jeito muito particular, e é impossível não snis enxergamos em alguns deles. A biblioteca, os livros deixados como pistas e essa corrente invisível de afeto entre desconhecidos criam uma atmosfera acolhedora e, ao mesmo tempo, profundamente reflexiva.

O que mais me tocou foi o modo com a leitura realmente pode ser um ato de cura. Não milagrosa, mas aquele tipo de conforto que vai costurando a gente por dentro, página por página.

Essa leitura teve um ritmo suave, quase como uma conversa íntima,vperfeita para quem gosta de histórias que aquecem o coração, mas também nos fazem pensar sobre nossas próprias conexões.

Saí desse livro com a sensação de que nunca estamos tão sozinhos quanto imaginamos… Sempre existe uma história, ou alguém, capaz de nos encontrar no momento certo.

Se vocês amam livros sobre livros, personagens cativantes e histórias que abraçam, esse aqui é uma daquelas para ser colocado em um local simplesmente especial.

E nos contem: qual livro já foi esse “encontro” em suas vidas? 



 

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Belas Imperfeições de Alice Feeney

quarta-feira, 13 de maio de 2026
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Hello Pockets, como vão? Estava sentindo falta de resenhar um bom thriller e aqui vamos nós, da autora best seller de Dele & Dela e Pedra, Papel e Tesoura, @alicewriterland: “Belas Imperfeições”

Esta é uma daquelas histórias que nos obarrvam enquanto lemos, nada é exatamente o que parece — e talvez seja esse o maior perigo, Feeney constrói uma narrativa onde as falhas humanas não são apenas detalhes… são o próprio enredo. Cada silêncio, cada lembrança distorcida, cada escolha mal explicada carrega um peso que cresce página após página, como um segredo prestes a escapar.

A escrita é afiada, a trama se passa em um cenário isolado, frio, quase claustrofóbica e isso intensifica tudo. A sensação é de estar preso dentro de uma mente confusa, onde realidade e imaginação se misturam.

Grady Green, nosso protagonista, é um escritor em crise, carregando um peso emocional que transborda em cada pensamento. Ele é o tipo de personagem que você não sabe se quer abraçar ou desconfiar. Há uma fragilidade nele, mas também algo incompleto, como se sempre faltasse uma peça.
Abby (sua esposa): mesmo quando não está presente de forma direta, tem uma ausência quase palpável. Ela não é apenas uma personagem, é uma sensação constante, um eco. Quanto mais você tenta entendê-la, mais percebe que ela é feita de camadas que nunca se revelam por completo. E ainda há os moradores da ilha, figuras enigmáticas, quase como peças de um quebra-cabeça maior. Cada um carrega um ar de normalidade estranha, como se todos soubessem algo que nós leitores ainda não descobriu.

Uma obra íntima, como se a autora sussurrasse verdades desconfortáveis diretamente em nosso ouvido. Começamos tentando entender os personagens… e terminamos desconfiando até de nós mesmos.

O que mais marca não são apenas as reviravoltas (que são impecáveis), mas a sensação constante de inquietação, a dúvida que fica mesmo depois de fechar o livro. Porque, no fundo, quem nunca escondeu suas próprias imperfeições?

Esse não é só um thriller.
É um espelho. E nem todo reflexo é fácil de encarar.

“Às vezes, o que mais tememos não é a verdade… mas o que ela revela sobre nós.”

Queridos e o que mais dizer sobre este livro? Se vocês assim como eu gostam de histórias que brincam com nossas mentes, esse aqui vai te conquistar!



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Sem Chances de Adeus de Harlan Coben

terça-feira, 12 de maio de 2026
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Hello Queridos!!! Um autor que amo além da vida @harlancoben com seus livros que nos deixam fora do ar, nada ali é o que aprece, e claro as premissas sempre as melhores, não é para adivinharmos quem é o assassino, e sim para nos viciarmos em suas histórias, este último lançado pela amada @editoraarqueiro: “Sem Chances de Adeus”, é simplesmente perturbador na medida certa.

Marc Seidman, nosso protagonista, não é o típico herói confiante, acorda perdido, fragilizado e com a própria vida destruída, e o mais angustiante: sem se reconhecer, ele não sabe se pode confiar em si mesmo. Ao longo da história, ele não evolui de forma “heroica”, mas sim desesperada. Cada decisão parece mais uma tentativa de se agarrar a alguma verdade do que de resolver o caso. Ele não busca apenas respostas e sim inocência, isso muda completamente a forma como enxergamos tudo.

Monica Seidman, esposa de Marc, presença que permanece na ausência, é uma figura constante, existe: nas memórias, nas dúvidas e, principalmente, nas lacunas. A grande pergunta não é só quem ela foi, mas o quanto Marc realmente a conhecia, uma camada interessantíssima do livro, às vezes, convivemos com alguém… sem realmente enxergar tudo.

Tara Seidman, a filha ausente, é o verdadeiro coração da história. Ela não é apenas o “motivo” da busca , ela é o que mantém Marc de pé, tudo gira em torno dela, o que transforma o suspense mais profundo.
Este livro não nos apresente apenas um crime e sua solução, e sim o medo de perder tudo que ainda dá sentido à vida.

Coben, é um mestre sem dúvidas em criar histórias perfeitas, onde ninguém é totalmente confiável e nem totalmente culpado. Eu simplesmente amei poder ler esta obra onde todos os personagens estão em seu limite, carregando suas próprias sombras, seus fantasmas e fragilidades, e em meio ao caos nós percebemos que o maior mistério não é só o que aconteceu…mas quem essas pessoas realmente são quando tudo desmorona.

Só posso dizer leiam meus queridos, este livro não é só sobre crime, é sobre perda, desespero e amor.

Beijocas e inté a próxima.



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