O Emboaba de Gabriel Sobolewski
Acho muito gostoso quando uma leitura faz isso: a gente termina uma história, mas ela deixa várias outras pelo caminho.
O Emboaba acabou sendo, para mim, não apenas uma leitura muito fluida, li em apenas dois dias, mas também um convite para conhecer melhor um período da história do Brasil sobre o qual eu sabia muito pouco.
E acho que esse foi um dos pontos mais legais da experiência: terminei o livro, mas a curiosidade continuou. Fiquei querendo pesquisar mais sobre os emboabas, sobre a Guerra dos Emboabas, sobre os lugares mencionados e até conhecer outras obras que abordam esse período.
No fim, O Emboaba foi uma leitura que me divertiu, me fez passar raiva, me incomodou em alguns momentos e, principalmente, despertou minha curiosidade. E eu gosto muito quando um livro consegue fazer tudo isso.
E vocês, Pockets, já conheciam o termo “emboaba”? Já leram algum livro ambientado nesse período da história do Brasil?
Todas as Suas Nuances de A. M. Johnson
Olá pockets!!
Hoje a gente volta pra faculdade St. Peter, em Pines Hallow, com "Todas as Suas Nuances" da @a.m.johnson e publicado pela @editoragaluba.🐋 segundo livro da Série Bem-Querer.
E gente... que delícia reencontrar esses personagens. 🏊🎨
Dessa vez quem brilha é o romance entre Indigo e Kai.
🎨Indie sempre teve uma família incrível e o Royal do lado dela. Mas mesmo assim, ela ainda busca a própria arte. E quem sabe, um jeito de silenciar as vozes que a perseguem por causa do Transtorno Esquizoafetivo.
Desde que o Royal se apaixonou pelo Camden, Indie ganhou mais um irmão. Só que tem uma coisa que ela não entende: por que o Kai sempre a ignora?
🏊Kai era capitão da equipe de natação. Mas depois de uma briga pra defender o Royal, foi punido. O Natal em casa não ajudou - a mãe cada vez mais doente, o afastamento do pai e a raiva que crescia dentro dele. Ele afogou tudo na bebida.
E é no Centro de Saúde Comportamental que ele reencontra a Indie.
Linda. Talentosa. E a irmã do melhor amigo dele. O que poderia dar errado, né?
O envolvimento começa quando Kai decide trocar Administração por Artes. Ele sempre achou que não tinha esse direito por causa das responsabilidades. Mas agora ele precisa viver. E a Indie faz ele se sentir vivo de verdade.
A autora trata saúde mental com uma delicadeza que não romantiza nada. Mostra a importância de buscar ajuda, de tomar remédio quando necessário.
E descreve o amor deles em cores. Literalmente. Porque com o pano de fundo sendo a arte, cada dor e cada carinho fica ainda mais lindo.
Não consegui largar até a última página. Me envolvi com as dores, com os amores e com a força desses dois.
Foi lindo. E doeu. E curou um pouquinho também.
Já leu? Me conta qual cena te pegou mais!💜❤️
Cruel Sedução de Katee Robert
Crime no Copan de Victor Bonini






.jpeg)
.jpeg)



