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Dica de livro - A loja dos dias de chuva

quarta-feira, 20 de maio de 2026
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Hello Queridos!!! Vocês sabem o quanto amo um healling fiction né? Hoje trago uma capa de capa lindinha e com uma história que nos leva a inúmeras reflexões: “A Loja dos Dias de Chuva” de You Yeong-Gwang ( 유영광) da @editoralivrosdaalice. 


Este livro nos apresenta uma história que pode parecer simples à primeira vista, mas que carrega uma proposta sensível e reflexiva sobre: escolhas, felicidade e identidade. A forte influência do realismo mágico asiático, mistura fantasia com uma delicadeza sem igual aos dilemas humanos mais profundos. 


Acompanhamos Serin, nossa protagonista, uma jovem insatisfeita com sua vida difícil, marcada por perdas, pobreza e solidão, este cenário muda quando ela recebe um convite para visitar uma misteriosa loja que só aparece em dias de chuva, um lugar especial onde é possível trocar de vida. 


Dentro desse espaço mágico, Serin tem apenas uma semana para escolher uma nova existência perfeita. Mas há um risco: se não encontrar a felicidade, ficará presa ali para sempre, um pouco apavorante, mas quem nunca se questionou: “e se pudessemos recomeçar completamente — saberíamos o que realmente queremos?


Em meio aos Dokkaebi (도깨비) Goblins e a gata Isha, a ambientação com suas diferentes “seções” mágicas ganha e cria um universo encantador e terapêutico, lembrando de obras como “A Livraria dos Finais Felizes” Ou “A Inconveniente Loja de Conveniência”.


 “Nem toda vida perfeita é, de fato, feliz.”


 “Às vezes, o que você quer mudar não é a sua vida… é a forma como você a enxerga.”


“A felicidade não mora em outro lugar — ela aprende a existir dentro de você.”


 “Até os dias de chuva têm algo a ensinar.” ☔


Super indico, uma leitura que nos deixa com o coração quentinho!


Beijocas e inté a próxima.


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Dica de livro - A troca

terça-feira, 19 de maio de 2026
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Hello Pockets! Amo uma Leitura Coletiva, e quando envolve uma releitura simplesmente não recuso, adorooo Beth O’Leary (@betholearyaythor)  e juntamente com o @clubedasladies foi pura diversão relembrar cada uma das 412 páginas de: “A Troca”. 

  

Este livro nos envolve em um abraço quentinho, é leve, divertido, mas cheio de reflexões importantes sobre ritmo de vida, prioridades e o que realmente importa.

Leena Cotton, uma jovem super dedicada ao trabalho que, após um erro na empresa, é obrigada a tirar férias, sem saber como desacelerar, me solidarizei com ela mais uma vez, porque sou dessas, jamais desligo, mas pardas são necessárias, então ela aceita uma proposta inusitada da avó.


Conhecemos a singular Eileen Cotton, uma senhora de 79 anos, repleta de energia, que sente que sua vida no interior está monótona, especialmente no amor.


As duas decidem então fazer uma troca: Leena vai para a vida tranquila no interior

e Eileen vai para a agitação de Londres.  


Eileen é simplesmente maravilhosaaaaa, carismática, engraçada e cheia de coragem, ela prova que nunca é tarde para recomeçar, inclusive no amor. A relação entre as duas é perfeita, uma conexão entre gerações cheia de afeto, aprendizado e cura.


Esse livro é especial e merece releituras, vai além do romance, abrange vários temas: luto, família, recomeços, a importância de desacelerar e mostra que às vezes é necessário mudar de lugar para se encontrar.


✨ “Nem sempre ir mais rápido significa chegar mais longe.”


✨ “Recomeçar não tem idade.”


✨ “Às vezes, tudo o que precisamos é de uma pausa.”


✨ “A vida acontece quando a gente desacelera.”


#ATroca #BethOLeary #intrinseca #leituracoletiva2026 #releituras

#RomanceLeve #LeituraConforto

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Dica de livro - A pianista

segunda-feira, 18 de maio de 2026
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Hello Pockets! O terceiro e último tema do desafio do @amigosdaleituraoficial:  era: “Um livro que te tire da zona de conforto, escolhi: “A Pianista” de Elfriede Jelinek da @tordesilhaslivros. 

Uma leitura intensa, desconfortável e extremamente provocadora, daquelas que não foram feitas para agradar, mas para incomodar, fazer racionar, refletir. A história acompanha Erika Kohut, uma professora de piano rígida, fria e emocionalmente reprimida. Ela vive sob o controle sufocante da mãe, em uma relação doentia marcada por dependência e opressão. Por fora, Erika é disciplinada e impecável, por dentro um turbilhão de desejos reprimidos, dor e conflitos.

Quando Walter Klemmer, um jovem aluno confiante e sedutor, entra em sua vida, surge a possibilidade de ruptura, porém não da forma romântica que esperamos. O que se desenvolve entre eles é uma relação perturbadora, carregada de poder, obsessão e limites distorcidos.

Não é um livro fácil, em muitos momentos, é incômodo, até chocante, mas é justamente isso que o torna tão impactante e uma leitura necessária, nos retira do conforto, sem pedir permissão, nua e cruamente. 

A Pianista não é um romance, é um mergulho desconfortável na mente de alguém que nunca teve liberdade para sentir, e quando o desej0 finalmente encontra espaço…
ele não vem como amor. Vem como transgressão...

✨ “O controle pode ser tão destrutivo quanto o caos.”

✨ “Reprimir não elimina, apenas transforma.”

✨ “Há desejos que nascem do silêncio e crescem na dor.”

✨ “Nem toda disciplina é sinônimo de equilíbrio.”

✨ “O que não pode ser dito… acaba sendo vivido de formas distorcidas.”

#APianista #ElfriedeJelinek #TordesilhasLivros #amigosdaleiraoifical #desafiosmarço2026 #foradazonadeconforto


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Belas Imperfeições de Alice Feeney

quarta-feira, 13 de maio de 2026
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Hello Pockets, como vão? Estava sentindo falta de resenhar um bom thriller e aqui vamos nós, da autora best seller de Dele & Dela e Pedra, Papel e Tesoura, @alicewriterland: “Belas Imperfeições”

Esta é uma daquelas histórias que nos obarrvam enquanto lemos, nada é exatamente o que parece — e talvez seja esse o maior perigo, Feeney constrói uma narrativa onde as falhas humanas não são apenas detalhes… são o próprio enredo. Cada silêncio, cada lembrança distorcida, cada escolha mal explicada carrega um peso que cresce página após página, como um segredo prestes a escapar.

A escrita é afiada, a trama se passa em um cenário isolado, frio, quase claustrofóbica e isso intensifica tudo. A sensação é de estar preso dentro de uma mente confusa, onde realidade e imaginação se misturam.

Grady Green, nosso protagonista, é um escritor em crise, carregando um peso emocional que transborda em cada pensamento. Ele é o tipo de personagem que você não sabe se quer abraçar ou desconfiar. Há uma fragilidade nele, mas também algo incompleto, como se sempre faltasse uma peça.
Abby (sua esposa): mesmo quando não está presente de forma direta, tem uma ausência quase palpável. Ela não é apenas uma personagem, é uma sensação constante, um eco. Quanto mais você tenta entendê-la, mais percebe que ela é feita de camadas que nunca se revelam por completo. E ainda há os moradores da ilha, figuras enigmáticas, quase como peças de um quebra-cabeça maior. Cada um carrega um ar de normalidade estranha, como se todos soubessem algo que nós leitores ainda não descobriu.

Uma obra íntima, como se a autora sussurrasse verdades desconfortáveis diretamente em nosso ouvido. Começamos tentando entender os personagens… e terminamos desconfiando até de nós mesmos.

O que mais marca não são apenas as reviravoltas (que são impecáveis), mas a sensação constante de inquietação, a dúvida que fica mesmo depois de fechar o livro. Porque, no fundo, quem nunca escondeu suas próprias imperfeições?

Esse não é só um thriller.
É um espelho. E nem todo reflexo é fácil de encarar.

“Às vezes, o que mais tememos não é a verdade… mas o que ela revela sobre nós.”

Queridos e o que mais dizer sobre este livro? Se vocês assim como eu gostam de histórias que brincam com nossas mentes, esse aqui vai te conquistar!



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Sem Chances de Adeus de Harlan Coben

terça-feira, 12 de maio de 2026
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Hello Queridos!!! Um autor que amo além da vida @harlancoben com seus livros que nos deixam fora do ar, nada ali é o que aprece, e claro as premissas sempre as melhores, não é para adivinharmos quem é o assassino, e sim para nos viciarmos em suas histórias, este último lançado pela amada @editoraarqueiro: “Sem Chances de Adeus”, é simplesmente perturbador na medida certa.

Marc Seidman, nosso protagonista, não é o típico herói confiante, acorda perdido, fragilizado e com a própria vida destruída, e o mais angustiante: sem se reconhecer, ele não sabe se pode confiar em si mesmo. Ao longo da história, ele não evolui de forma “heroica”, mas sim desesperada. Cada decisão parece mais uma tentativa de se agarrar a alguma verdade do que de resolver o caso. Ele não busca apenas respostas e sim inocência, isso muda completamente a forma como enxergamos tudo.

Monica Seidman, esposa de Marc, presença que permanece na ausência, é uma figura constante, existe: nas memórias, nas dúvidas e, principalmente, nas lacunas. A grande pergunta não é só quem ela foi, mas o quanto Marc realmente a conhecia, uma camada interessantíssima do livro, às vezes, convivemos com alguém… sem realmente enxergar tudo.

Tara Seidman, a filha ausente, é o verdadeiro coração da história. Ela não é apenas o “motivo” da busca , ela é o que mantém Marc de pé, tudo gira em torno dela, o que transforma o suspense mais profundo.
Este livro não nos apresente apenas um crime e sua solução, e sim o medo de perder tudo que ainda dá sentido à vida.

Coben, é um mestre sem dúvidas em criar histórias perfeitas, onde ninguém é totalmente confiável e nem totalmente culpado. Eu simplesmente amei poder ler esta obra onde todos os personagens estão em seu limite, carregando suas próprias sombras, seus fantasmas e fragilidades, e em meio ao caos nós percebemos que o maior mistério não é só o que aconteceu…mas quem essas pessoas realmente são quando tudo desmorona.

Só posso dizer leiam meus queridos, este livro não é só sobre crime, é sobre perda, desespero e amor.

Beijocas e inté a próxima.



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