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O conto da raposa de Filipe de Lima

quarta-feira, 22 de julho de 2026
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Oi, Pockets!🍂🦊

Hoje a dica é O Conto da Raposa, de Filipe de Lima, uma leitura que acompanhei na leitura coletiva organizada pela @lcagcomunicacao.

Confesso que adorei essa história! É uma fantasia que mistura mitologias, lendas japonesas e elementos do folclore, tudo muito bem construído.

Acompanhamos Miguel, um jovem pintor que cresceu ouvindo as histórias do avô sobre uma misteriosa raposa que, na verdade, seria uma poderosa feiticeira. Durante muito tempo, ele não soube se acreditava ou não nesses relatos, até conhecer Dimas, um homem que fica admirado por sua arte e começa a compartilhar diversas lendas do Japão. A amizade entre os dois cresce, e Miguel aceita o convite para conhecer o Japão ao lado de Dimas.

Mesmo antes da viagem, Miguel passa a ter sonhos e visões recorrentes com uma raposa. Ao chegar ao Japão, essas experiências ficam cada vez mais intensas, como se algo o estivesse conduzindo para um destino inevitável.

Além do aspecto fantástico, a narrativa também apresenta os desafios da adaptação a uma nova cultura. Miguel precisa lidar com um idioma desconhecido, costumes diferentes e ainda enfrenta os impactos de uma guerra civil. Enquanto tenta encontrar seu lugar, ele se dedica a ajudar a comunidade em pequenos serviços e, em um desses momentos, conhece Momoe, uma mulher que desperta sua curiosidade desde o primeiro encontro.

Conforme os acontecimentos avançam, os sonhos se tornam cada vez mais reais e perigosos. Em determinados momentos, Miguel parece atravessar mundos que desafiam a própria realidade e, quando retorna, se vê sendo cuidado por Momoe.

Momoe foi uma das personagens de que mais gostei (mesmo duvidando dela). Ela é curandeira e conhecedora das ervas. Ao mesmo tempo em que demonstra cuidado por Miguel, desperta suspeitas por parecer esconder segredos. E, até o final, ela deixa a gente na dúvida.

Gostei muito de como o autor trabalhou a cultura japonesa, as lendas e os diversos questionamentos que surgem ao longo da trama. Os personagens são bem construídos, suas motivações fazem sentido, e os mistérios envolvendo a raposa, Momoe e o próprio Miguel vão sendo revelados aos poucos, mantendo a curiosidade do início ao fim.

A escrita é tão fluida que a leitura passa sem que a gente perceba. Confesso que, em alguns momentos, achei Miguel um pouco ingênuo, mas isso também faz sentido considerando sua pouca experiência com o mundo e com tudo o que estava vivendo. Já a Momoe conquistou meu coração, mesmo me fazendo desconfiar dela praticamente o tempo todo.

Foi uma leitura que me deixou tentando descobrir a verdade até as últimas páginas.

📚O livro está disponível para compra na Amazon



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Forte, Independente e Decepcionada de Andrea Chociacy

terça-feira, 21 de julho de 2026
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Hello, queridos Pockets! 🤍📚
Existem livros que chegam até nós justamente quando precisamos ouvir aquilo que estamos tentando silenciar.

Forte, Independente e Decepcionada, de @andreachociacy da @astralcultural, foi uma dessas leituras para mim. A autora é podcaster do @descobridepoisdeadultapod, onde há anos compartilha reflexões sobre a vida adulta, comportamento, relacionamentos e saúde emocional. Já acompanho seu trabalho há algum tempo e foi justamente por isso que minhas expectativas para este livro eram altas.

E posso dizer que elas foram correspondidas.
Ao longo da leitura, percebi que este não é um livro sobre abandonar a força que construímos ao longo da vida. É sobre entender que não precisamos carregar tudo sozinhas o tempo todo.

Andrea escreve como quem senta ao nosso lado para conversar. Sem julgamentos, sem respostas prontas e sem promessas milagrosas. Apenas nos convida a olhar para nossas escolhas, nossas cobranças e para o peso que, muitas vezes, aceitamos carregar como se fosse uma obrigação.

Algumas páginas me fizeram parar e respirar fundo. Não era apenas uma leitura; era como se alguém estivesse colocando em palavras sentimentos que tantas de nós aprendemos a esconder: a exaustão de tentar dar conta de tudo, o medo de demonstrar fragilidade e a busca incessante por uma perfeição que nunca chega.O que mais gostei foi perceber que a autora não trata a vulnerabilidade como fraqueza. Pelo contrário. Ela nos mostra que reconhecer nossos limites também é uma forma de coragem.

Fechei o livro com a sensação de que ser forte não significa suportar tudo sozinha. Significa, muitas vezes, ter coragem para pedir ajuda, desacelerar e escolher uma vida que faça sentido para nós, e não apenas para as expectativas dos outros.

📖 Uma leitura sensível, honesta e necessária, especialmente para quem, em algum momento, acreditou que precisava ser forte o tempo inteiro.

💬 E vocês, queridos Pockets? Em algum momento da vida também sentiram que precisavam dar conta de tudo sozinhos?

Quero muito conversar com vocês nos comentários. 🤍

Beijocas e inté a próxima! 📚✨



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série Dark Olympus

segunda-feira, 20 de julho de 2026
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📚🖤 Hello, Pockets! Como vão? Amooo além da vida as histórias, crenças e lendas da Grécia Antiga, então, quando vi a série Dark Olympus, da @astralcultural, simplesmente surtei! 🤯💜.


⚠️ Atenção: esta leitura contém gαtilhos relacionados à v!olência, ass@ssin@tos, manipulação polít!ca, abus0 psicológic0, relacionamento pol!amoroso consensual e conteúdo s3xu@l explíci7o (+18).

A proposta de @katee_robert de transportar os deuses para um Olimpo moderno, onde política, poder, desejo e intrigas substituem os antigos templos, conquistou minha atenção desde o primeiro livro.

E posso dizer que, depois de ler os quatro primeiros volumes, minha admiração pela série só aumentou.

✨ Deuses de Neon apresentou um universo fascinante e um Hades e Perséfone completamente diferentes do que eu imaginava.

⚡ Ídolo Elétrico me entregou um dos casais mais emocionantes até agora, mostrando que até quem foi criado para ser uma arma merece encontrar amor e liberdade.

🍏 Beleza Perversa trouxe uma história sobre pertencimento, escolhas e a liberdade de amar sem se prender aos padrões impostos.

🍷 Pecado Radiante consolidou aquilo que mais gosto na série: personagens cada vez mais humanos, romances bem construídos e uma trama política que cresce a cada novo volume.

O mais interessante é perceber como Katee Robert evolui a cada livro. Cada casal possui sua própria identidade, mas todos fazem parte de uma história muito maior. O Olimpo continua mudando, novos personagens ganham protagonismo e a sensação é de que uma grande guerra está sendo construída pouco a pouco.

Sim, a série é extremamente sensual. Mas reduzir Dark Olympus apenas ao h0t seria injusto. O que realmente me conquistou foi a forma como a autora reinventa a mitologia grega, preservando a essência dos mitos enquanto cria personagens cheios de camadas, vulnerabilidades e conflitos.

Agora estou oficialmente rendida e pronta para descobrir tudo o que ainda me espera nesse Olimpo moderno. 🏛️✨

Beijocas e até a próxima! 💋




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A Samira e o Deserto de Augusto Branco

sexta-feira, 17 de julho de 2026
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🌺📚Hello, queridos Pockets! Como vão?

Hoje quero conversar com vocês sobre um romance nacional que me tocou profundamente.

Sabe aqueles livros que não terminam quando fechamos a última página? Aqueles que continuam vivendo dentro da gente, ocupando nossos pensamentos e nosso coração por muito tempo? A Samira e o Deserto, de Augusto Branco (@asamiraeodeserto), foi exatamente essa experiência para mim. 💙

Tive o privilégio de participar desta Leitura Coletiva promovida pela @lcagcomunicacao e confesso que fazia muito tempo que uma história não me emocionava dessa forma. Escrevo esta resenha com o coração ainda apertado e os olhos marejados.

Augusto Branco levou décadas para concluir este romance, e acredito que esse tempo dedicado à obra transpareça em cada capítulo. Sua escrita é delicada, sensível e profundamente humana, conduzindo o leitor por uma narrativa sobre amizade, amor, perdas, esperança e, principalmente, sobre a difícil arte de seguir em frente quando a vida nos obriga a dizer adeus.

Henrique, o Velho das Areias, conquistou meu coração desde as primeiras páginas. Mas foi ao conhecer sua história ao lado de Daiana que compreendi a verdadeira dimensão deste livro.

A relação entre os dois é construída com uma ternura rara. Sem exageros, apenas com gestos, lembranças e pequenos silêncios que dizem muito mais do que qualquer declaração.

Quando Daiana parte, entendemos que aquele jardim nunca foi apenas um jardim.

🌺 Cada flor.

🌺 Cada muda plantada.

🌺 Cada pedaço de terra cultivado com tanto carinho.

Tudo carregava uma lembrança.

Tudo era uma declaração de amor.

Tudo era saudade transformada em vida.

Foi impossível não me emocionar.

Mais do que um romance, **A Samira e o Deserto** fala sobre a extraordinária capacidade humana de transformar a dor em beleza. Mostra que o amor verdadeiro não desaparece com a ausência; ele apenas encontra novas maneiras de permanecer presente, seja em uma memória, em um gesto ou em um jardim que continua florescendo para quem já não pode mais voltar.

Quando terminei a leitura, permaneci alguns minutos em silêncio.

Não porque a história tivesse acabado. Mas porque senti que uma parte dela continuava viva dentro de mim.

E talvez essa seja a maior beleza da literatura: algumas histórias não terminam na última página. Elas criam raízes no coração do leitor e seguem florescendo muito tempo depois.
.
💛 Super indico esta leitura! Tenho certeza de que, assim como aconteceu comigo, vocês vão se emocionar profundamente, refletir sobre o amor, a saudade e a esperança e terminar a leitura com o coração aquecido e um carinho enorme por esta linda história.

Beijocas 💙 e até a próxima leitura, Pockets!



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Greta & Valdin de Rebecca Kayreilly

quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Hello, queridos Pockets! 📚✨
Existem livros que nos prendem pela trama. Outros, pelos mistérios. E existem aqueles que nos conquistam porque nos fazem sentir que acabamos de conhecer pessoas reais.

Foi exatamente isso que aconteceu comigo em Greta & Valdin, de @rebeccakayreilly da @astralcultural.
Confesso que, no início, esperei encontrar uma história com uma direção bem definida. Mas bastaram alguns capítulos para perceber que o maior encanto deste livro não estava nos acontecimentos, e sim nas pessoas que os viviam.

Greta e Valdin são irmãos, dividem a mesma casa, uma família grande, excêntrica e cheia de amor, enquanto tentam descobrir quem são e qual lugar desejam ocupar no mundo. E foi impossível não me envolver com essa jornada.

O que mais me encantou foi a naturalidade com que Reilly fala sobre identidade, pertencimento, família e amor. Nada parece forçado. Tudo acontece com tanta leveza que, em pouco tempo, eu já me sentia sentada à mesa com aquela família, rindo das conversas, acompanhando seus conflitos e torcendo por cada um deles.

Também adorei o humor presente na narrativa. A autora consegue transformar situações cotidianas em momentos memoráveis, equilibrando leveza e emoção de uma forma que raramente encontro.

Quando fechei o livro, percebi que Greta & Valdin nunca foi apenas sobre dois irmãos. Foi sobre crescer sem ter todas as respostas. Sobre entender que a vida nem sempre segue o caminho que planejamos.

E sobre descobrir que pertencer talvez tenha muito mais a ver com as pessoas que escolhem caminhar ao nosso lado do que com o lugar onde estamos.

📖 Uma leitura delicada, divertida, emocionante e profundamente humana.

💬 E vocês, queridos Pockets? Também gostam daqueles livros em que os personagens parecem tão reais que dá vontade de fazer parte da história?

Beijocas e inté a próxima! 📚💙



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