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Parceiras no Crime no Prime Video.

sábado, 8 de agosto de 2026
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Oi, Pockets!

Minha indicação de hoje é Parceiras no Crime, disponível no Prime Video.

Duas melhores amigas, Debbie e Judith, veem suas vidas virarem de cabeça para baixo quando Debbie descobre que Judith não é uma simples perita contábil, mas uma assassina internacional. Enquanto tentam escapar de pessoas que as perseguem, elas também precisam lidar com um esquema de corrupção envolvendo o marido de Debbie. O que se segue é uma corrida contra o tempo, recheada de reviravoltas, segredos e uma viagem pela Europa em busca da verdade.

A série conta com apenas 8 episódios, o que torna fácil para maratonar. É perfeita para assistir em um fim de semana!

Eu gostei muito dessa série! Foi daquelas que comecei sem grandes expectativas e terminei completamente envolvida com a história. A combinação entre ação, drama e humor ficou na medida certa. Em nenhum momento senti que um elemento ofuscava o outro, e isso tornou a experiência muito divertida.

O que mais me conquistou foi a amizade entre Debbie e Judith. Achei muito interessante conhecer o passado da Judith e acompanhar a forma como as duas se aproximam e constroem uma relação de confiança. Também gostei de como a série mostra que, muitas vezes, encontramos grandes amizades no ambiente de trabalho, e algumas delas levamos para a vida inteira.

Confesso que fiquei triste com a morte de um personagem. Eu tinha me apegado bastante a ele, rs.

Outro ponto que merece destaque é a escolha do elenco. É muito bom ver protagonistas femininas que fogem dos padrões que a sociedade costuma impor, tanto em relação à aparência quanto à idade. A série mostra que isso não define a força, a inteligência ou a capacidade de enfrentar desafios. Debbie e Judith têm seus próprios conflitos, medos e qualidades, e isso faz com que sejam personagens humanas e muito fáceis de gostar.

E preciso elogiar as atuações de Octavia Spencer e Hannah Waddingham. As duas entregam personagens carismáticas, divertidas e emocionantes, com uma química excelente em cena.

E me conta: vocês já assistiram ou ficaram com vontade de conhecer essa dupla?



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O Amor Não é Óbvio - Elayne Baeta

quinta-feira, 6 de agosto de 2026
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Contém spoilers kkkkk

Sabe aqueles livros que você aguarda ansiosamente pelo lançamento, compra e depois simplesmente vai deixando para ler “depois”? O Amor Não é Óbvio foi um desses para mim.

Demorei anos para finalmente dar uma chance a essa leitura e, na mesma hora, me arrependi de não ter lido antes. Mas, como sempre falo, se eu só li agora, é porque eu precisava de alguma coisa que estava escrita ali.

Acompanhar as histórias por toda São Patrique foi uma delícia. Como boa ouvinte, amei saber das fofocas e das vidas das personagens. E talvez tenha sido justamente isso que fez o livro me tocar tanto: enquanto eu acompanhava a história delas, também fui reencontrando pedaços da minha própria história.

A história começa com Íris investigando Édra depois do fim do casal mais perfeito da escola, Camila e Cadu - vulgo, a paixão de Íris desde sempre.

O romantismo e a paixão de Íris por novelas fizeram com que ela começasse essa investigação. Eu ri muito de como ela virou uma stalker, dizendo para si mesma que era apenas curiosidade para descobrir quem era a pessoa capaz de separar um casal tão perfeito. Ao mesmo tempo em que achei tudo muito engraçado, fiquei agoniada esperando o momento em que ela seria pega ou acabaria se machucando.

Íris me fez rir e voltar no tempo com as fofocas da escola. Lembrei de quando a primeira garota do nosso grupo “perdeu a virgindade” e isso virou assunto por semanas. Ao fim daquele ano, todas as garotas já não eram mais virgens e até quem era, como eu, fingia que não era para se enturmar. Vergonha da Kim de 15 anos. Kkkkk.

A primeira garota a ficar grávida na minha sala, por coincidência, foi também a primeira garota que eu beijei na vida — e o beijo que eu realmente conto como o primeiro, porque selinho eu dou até na minha vó. Kkkkk.

Acho que todos nós já tivemos uma amiga que surtou como a Poly em busca de um amor. No caso dela, especificamente, em busca da tão subestimada perda da virgindade antes da formatura.

Falando na Poly, eu amei a maneira como ela consegue ser meiga e, ao mesmo tempo, completamente surtada. Muitos livros colocam as personagens em caixinhas: ou elas são doces e delicadas, ou são maluquinhas e caóticas. Parece que uma pessoa não pode ser as duas coisas ao mesmo tempo. Poly mostra justamente o contrário.

Wilson também me conquistou. Ele mostra como um nerd muitas vezes é zoado e desvalorizado, mas, mesmo assim, nunca perdeu o seu brilho.

A semana de combate às DSTs na adolescência e o Wilson sendo o “homem preservativo” me fizeram lembrar das campanhas de prevenção na escola. A professora ensinando a usar o preservativo masculino em um tubo de cola e em uma banana, enquanto o esqueleto da sala de ciências era usado para mostrar como utilizar o preservativo feminino - que muitos de nós nem sabíamos que existia. Kkkkk.

Dona Símia me fez lembrar da amizade que eu tinha com Dona Maria, uma senhorinha que morou na kitnet aqui de casa. Fiquei muito amiga dela, e ela me ensinou a fazer tapete de retalhos. Às vezes, eu ficava até tarde conversando com ela enquanto ouvíamos as músicas dos tempos de menina dela, tomávamos chá e ela me contava algumas histórias.

A Dona Símia e sua insistência com o chá me fizeram perceber que, às vezes, tudo o que precisamos para realmente nos entendermos é dar o primeiro passo. A história da sua não formatura que ela conta para Íris e o conselho depois, me deixaram refletindo sobre muitas coisas que deixei passar.

As amizades e as conversas com Édra também me fizeram rir. Sempre fui uma alienígena e, ao mesmo tempo em que fui corajosa como Édra, também me escondi muitas vezes como Íris, me enfiando no meu próprio casulo e afastando todos ao meu redor.

As pessoas do Submundo mostraram como existem lugares em que muitos de nós, que nos escondemos do mundo, podemos realmente existir e ser quem somos sem as amarras do olhar dos outros.

Os amigos de Íris deixaram meu coração quentinho, porque amizades verdadeiras são assim. Podem ser aquelas que existem desde sempre ou aquelas que simplesmente surgem “do nada”. O mais importante é que vocês se enxerguem como indivíduos e se amem apesar de tudo.

Maurício foi um dos meus personagens favoritos. Além de trabalhar em uma livraria, que é um dos meus sonhos, ele é gay assumido e não leva desaforo para casa. Impossível não gostar dele.

Cadu também me surpreendeu. Ele ensinou mais para Íris em uma única noite do que “Amor em Atos” e Maritza conseguiram ensinar em meses. E eu também aprendi muito com ele.

Principalmente sobre como sempre achamos que conhecemos uma pessoa quando, na verdade, acompanhamos apenas um pedacinho dela. Isso diz muito sobre os recortes que vemos nas redes sociais: as pessoas mostram aquilo que querem que seja visto, e quase nunca temos acesso à história inteira.

Os pais de Íris me fizeram gargalhar e lembrar de acontecimentos da minha própria infância. Meu pai, superprotetor, não queria deixar que eu fizesse coisas básicas, enquanto minha mãe estava sempre me incentivando a conhecer o meu mundo.

E talvez por isso eu tenha entendido tanto a Édra.

A liberdade dela incomoda muita gente. Ela me fez revisitar a Kimberly adolescente, que vivia brigando com o pai porque queria viver intensamente, enquanto ele sempre queria me manter sob suas asas.

Édra nos mostra um lado muito bonito de assumir as próprias escolhas diante do mundo e não baixar a cabeça por causa delas. O maior enfrentamento dela nunca foi com o pai ou com seus amores. O maior enfrentamento dela acontece todos os dias, sendo uma alienígena vivendo em um mundo que, muitas vezes, também não consegue entender a si mesmo.

Já Íris... bom, Íris me irritou em alguns momentos. Kkkkk. Todo o melodrama que ela passa, e que, em boa parte, foi causado por ela mesma, me fez lembrar por que eu detestava a adolescência quando era adolescente. E o pior, para mim, foram as atitudes que ela tomou em relação à Édra sem sequer consultá-la.

Eu queria entrar no livro e sacudir a menina algumas vezes. Mas talvez seja justamente isso que torne Íris tão real. Ela erra, se precipita, cria histórias na própria cabeça, age baseada no que acredita saber e só depois percebe as consequências. Adolescente sendo adolescente, basicamente.

No fim, acho que esse é um dos maiores motivos para O Amor Não é Óbvio ter me tocado tanto: as personagens me fizeram lembrar de muitos acontecimentos da minha vida e, principalmente, de muitas pessoas queridas que já partiram.

A dedicatória me arrebentou. Assim como o pai da autora, o meu sempre me apoiou e queria muito me ver publicando um livro físico. Espero que, um dia, de onde quer que ele esteja, consiga ver esse sonho realizado.

E talvez seja por isso que eu tenha sentido tanto essa leitura.

Para falar a verdade, se eu tivesse lido O Amor Não é Óbvio em 2018 quando conheci a história, ou quando foi lançado pela Galera em 2019, provavelmente não teria sido tão tocada assim. Com certeza não seria um dos meus livros favoritos deste ano.

Mas eu não li naquela época. Eu li agora.

E cada lembrança que o livro despertou em mim desde as fofocas da escola, as amizades, a adolescência, meus pais, Dona Maria, meus próprios medos, a vontade de viver intensamente e até as pessoas que já não estão aqui, chegou no momento em que eu precisava delas.

Por isso eu sempre digo: o livro vai chegar até mim no momento certo.E O Amor Não é Óbvio chegou.



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O Terror de Dan Simmons

segunda-feira, 3 de agosto de 2026
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Hello, queridos Pockets!
Dando continuidade ao desafio do @amigosdaleituraoficial, cujo segundo tema era: "um livro com clima de inverno (real ou simbólico)", eu soube exatamente qual seria minha escolha. Resolvi finalmente encarar uma leitura que estava na minha lista há muito tempo: o impressionante O Terror, de Dan Simmons, publicado pela @editorarocco.

Depois de anos me olhando da estante, chegou finalmente a vez de O Terror, um gigante de quase 965 páginas que prometeu — e cumpriu — entregar uma das experiências mais geladas e aterrorizantes da literatura.
Ambientado no Ártico, em meio a navios presos no gelo, temperaturas impiedosas e uma ameaça que parece espreitar na imensidão branca, este é o tipo de história que nos faz sentir frio em qualquer estação.

Olhei para ele e veio o pânico: estaria pronta para enfrentar essa expedição? Ou melhor... sobreviveria a ela? A base desta história é real, Simmons se inspirou na famosa e misteriosa Expedição Franklin, de 1845, o explorador Sir John Franklin partiu da Inglaterra a bordo dos navios HMS Erebus e HMS Terror em busca da Passagem Noroeste, os dois navios desapareceram, juntamente com seus 129 tripulantes, dando origem a um dos maiores mistérios da exploração marítima. Décadas depois, expedições encontraram vestígios, documentos e restos arqueológicos que ajudaram a reconstruir parte da tragédia. A descoberta dos destroços dos navios ocorreu apenas no século XXI.

Este verdadeiro calhamaço me levou para as paisagens congeladas do Ártico, onde o frio não é apenas um cenário, mas uma força viva, cruel e implacável. Entre gelo, escuridão, isolamento e mistérios assustadores, mergulhei em uma história que testa não apenas os limites da sobrevivência humana, mas também os da sanidade, da esperança e da própria fé.
Dan Simmons realiza algo extraordinário ao transformar um acontecimento histórico real em uma narrativa tão vívida que parece possível ouvir o gelo estalando ao redor dos navios Erebus e Terror. A cada página, a sensação de confinamento aumenta. A cada capítulo, a natureza se mostra mais impiedosa.

E quando acreditamos que o pior já aconteceu, surge uma nova ameaça para lembrar que, naquele lugar, o ser humano está longe de estar no controle.

O mais impressionante, porém, não foi o horror que habita as sombras geladas, mas a forma como o autor retrata seus personagens. Homens comuns colocados diante de circunstâncias extraordinárias. Homens que precisam conviver com a fome, a doença, o medo e a certeza de que o mundo que conheciam ficou para trás, perdido em algum lugar além do horizonte congelado.

A escrita é detalhada, densa e incrivelmente atmosférica. Não é uma leitura rápida, nem fácil, mas é justamente isso que a torna tão memorável. Simmons nos obriga a caminhar ao lado daqueles exploradores, sentindo o peso de cada decisão, de cada perda e de cada pequena vitória conquistada contra um inimigo que parece impossível de vencer.

Ao fechar o livro, tive a sensação de ter regressado de uma longa e exaustiva viagem. Uma jornada marcada pelo frio, pelo medo e pela admiração diante da resistência humana. Porque, no fim das contas, O Terror não é apenas uma história sobre monstros ou sobrevivência. É uma história sobre o que acontece quando o homem enfrenta algo infinitamente maior do que ele mesmo.

E talvez seja justamente por isso que essa leitura seja tão impactante: porque nos lembra que alguns dos maiores terrores não habitam apenas a escuridão, mas também a solidão, o desespero e a luta para continuar seguindo em frente quando toda esperança parece perdida.


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Noites de Guerra de Kimberly Brubakerb

sexta-feira, 31 de julho de 2026
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Hello, queridos Pockets!
Neste tempo que vocês nos acompanham, acho que vocês já perceberam o quanto me emociono com livros ambientados na Segunda Guerra Mundial. E não é pela guerra em si. O que me faz voltar a esse período são as histórias que minha vó contava, ela foi uma sobrevivente, e também pela resiliência, coragem e humanidade que florescem justamente onde parecia impossível existir esperança. São essas pequenas luzes em meio à escuridão que tornam essas leituras tão marcantes para mim. Assim foi com Noites de Guerra de @kimberlybrubakerb da @darksidebooks.

Este livro foi uma dessas leituras que permanecerãõ comigo muito depois da última página.
Acompanhando Miriam, uma menina judia de apenas doze anos tentando sobreviver à ocupação nazista, me peguei pensando em quantas infâncias foram interrompidas pela guerra. Não consegui olhar para ela apenas como uma personagem. Em vários momentos, enxerguei apenas uma criança obrigada a crescer cedo demais, a esconder quem era e a conviver diariamente com o medo.

O que mais me tocou, porém, foi perceber que este livro não fala apenas sobre perdas. Ele fala sobre escolhas. Sobre pessoas comuns que decidiram fazer o que era certo, mesmo quando isso significava colocar a própria vida em risco. E talvez seja justamente nesses pequenos gestos de coragem que a autora encontre a maior beleza da história.

@kimberlybrubakerb escreve com uma sensibilidade que emociona sem precisar exagerar. Cada página nos lembra que a guerra destrói casas, separa famílias e rouba sonhos, mas não consegue apagar completamente aquilo que existe de mais bonito nas pessoas: a capacidade de cuidar, acolher e proteger o outro.

Quando fechei o livro, fiquei refletindo sobre como histórias como essa continuam necessárias. Elas nos lembram que a intolerância começa muito antes dos grandes acontecimentos da História e que a coragem nem sempre está nos grandes heróis. Muitas vezes, ela mora nas escolhas silenciosas de pessoas comuns.
📖 Noites de Guerra não é apenas um romance histórico. É uma história sobre esperança, pertencimento e humanidade. Daquelas que apertam o coração, emocionam profundamente e deixam uma marca difícil de explicar.



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Vida, Paixão e morte do Herói de Autran Dourado.

quinta-feira, 30 de julho de 2026
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Olá Pockets!!

Mais uma dica e resenha pra vocês!!! Da nossa parceira @globaleditora , de um livro que de pequeno só tem as páginas, pois a história é grande e maravilhosa, falo de: Vida, Paixão e morte do Herói, de Autran Dourado.

Ainda não tinha lido nada deste autor, que já me conquistou com essa obra! A história de Vida, paixão e morte do herói é literalmente o título, somos convidados a conhecer a vida de Oriosvaldino Cunegundes Marques de Sousa Veras, mais conhecido como Valdo, morador da cidade de Duas Pontes, e sua trajetória ao posto de Herói da cidade, desde de seu amor pleno à sua mãe Margarida, seus desafios no colégio militar Verbo Divino (que de divino não tem nada kkkkk)que seu pai decide colocar para, segundo ele, virar homem de valor, suas paixões, seu grande amigo, Francisco (a relação deles é linda) e sua maior grande amor: Natália, mulher que vai moldando suas decisões e influencia direta e indiretamente seu ato heróico que o elevará ao status de mito na cidade, por fim, sua morte.

O livro é escrito com tanta simplicidade, mas ao mesmo tempo com densidade entre os parágrafos que ouso dizer que se equipara ao nível de surpresas e ensinamentos trazidos pela obra máxima de Saint Exupéry, dada as devidas distinções e objetivos das obras é claro, iniciais lendo uma história que parecia banal, mas vai se revelando algo mais grandioso, e o último arco, que trata da morte do herói, vem com um choque que desestrutura toda a narrativa inicial e nos traz reflexões sobre o mito dos grandes heróis que conhecemos e até veneramos em nossas vida, uma leitura marcante e grandiosa que nem parece que cabe em 83 páginas.



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Aventuras Disney N°84

quarta-feira, 29 de julho de 2026
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Olà Pockets!!

A resenha do dia fica por conta da nossa parceira @culturama, com a hq Aventuras Disney N°84, que reúne 5 histórias muito legais do universo Disney: A primeira (pra mim, a melhor da edição) é Área 15 onde 4 amigos estão jogando RPG alá Stranger Things, a referência é direta mesmo rs, quando Biquinho de pena aparece cabisbaixo se questionando não saber o que gosta de fazer, então sua colega Vanessa, sugere ele ir à Biblioteca da cidade e conversar com a Bibliotecária Érica para indicar um livro que o ajude a se descobrir, Érica até quer o ajudar, mas precisa resolver um grande problema também, que é o fechamento da biblioteca, e nessa visita, com direito a descobrir a história da informação, catalogação e importância dos livros que Biquinho vai embarcar numa aventura que irá transformar a cidade.

A segunda história é "Seu talento tá lento" do Zé Carioca, ao se encontrar com seu rival, Zé Galo descobre um possível trambique sobre ser revelado um grande jogador de Futebol, e tenta desmascarar o impostor.

A próxima história é "Chocante Patópolis, que passa numa narração de uma disputa entre dois times: Patópolis e Gansópolis, onde seus dois célebres patrocinadores, Tio Patinhas e John D. Patacôncio, vão fazer, e gastar de tudo, para fazer seu time ganhar, já viram a confusão que isso vai dar né? kkk.

A HQ segue com uma história de Super-Herói: O amuleto do mal, onde o Superpato deve resolver um crime e parar o vilão Doninha que rouba um amuleto que dá grandes poderes, o problema surge não só com o vilão, mas com uma outra heróina que quer também ser famosa quanto Superpato, o que piora a situação, pois ele gosta de trabalhar sozinho!!

A Hq fecha com uma verdadeira bagunça feita por dois preguiçosos que não querem trabalhar, na história "O papelão da papelaria", Donald e Peninha adoram ficar conversando e então seu Chefe entrega apenas uma tarefa pra ser feita com urgência, e o que acontece? caos total kkkkkk. A Hq garante diversão e informação, com o estilo já consagrado da casa do Mickey, me diverti bastante lendo!!!



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A Biblioteca Do Gato Preto de Sanaka Hiiragi

terça-feira, 28 de julho de 2026
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Hello queridos Pockets, como vão? Para o último tema do desafio do @amigosdaleitura oficial, que era: um livro que te traga sensação de aconchego, escolhi dois livros, deixo aqui o segundo: “A Biblioteca Do Gato Preto” (黒猫のいる回想図書館)de @hiiragisanaka (柊サナカ)da @bertrandbrasil.

Sabe aquele tipo de leitura que parece estender a mão para nós nos dias mais cinzentos? Foi exatamente isso que senti ao folhear cada página dessa obra prima da literatura japonesa contemporânea. A autora nos transporta para um refúgio misterioso, onde o tempo perde as suas regras rígidas e almas feridas se encontram com um único propósito: colocar a sua própria história no papel para conseguir, finalmente, seguir em frente.

O que torna essa narrativa tão única e cativante é a forma como o enredo trata dores tão reais e humanas — como o luto, os arrependimentos profundos e aquelas escolhas que deixamos para trás — com uma leveza poética avassaladora. O mistério que ronda a biblioteca e a presença enigmática do gato preto funcionam como um bálsamo, nos lembrando que mesmo nos momentos mais sombrios da nossa jornada, sempre existe espaço para ressignificar o passado e encontrar um novo sentido para o amanhã.

É uma obra de healing fiction genuína, escrita com uma delicadeza cirúrgica que conforta e emociona na mesma proporção. Terminar esse livro foi como tomar uma xícara de chá quente em uma tarde chuvosa: uma sensação indescritível de paz, acolhimento e esperança. Se você precisa de um abraço na alma em forma de páginas, faça um favor a si mesmo e conheça esse lugar mágico.
“Um dia sem significado especial que não entrará para a história. Porém para aquela pessoa se tornou um dia que gostaria de registrar”.

Favoritado com muito amor! Agora meus queridos me contêm: qual foi o último livro que leram e que deixou aquela sensação deliciosa de ‘coração quentinho’? Vou amar ler as recomendações de vocês! 👇📖
Beijocas e inté a próxima!



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100 Minutos para Entender: Grandes Guerras da Astral Cultural

segunda-feira, 27 de julho de 2026
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📚🌍 Hello, Pockets!

Quem me conhece sabe que tenho um interesse muito grande pelos livros que abordam as Guerras Mundiais. Não porque me fascinem os conflitos ou as atrocidades cometidas, muito pelo contrário.

O que sempre me chama a atenção é a extraordinária capacidade humana de resistir, reconstruir e seguir em frente, mesmo depois de atravessar alguns dos períodos mais sombrios da História.

Cada leitura me lembra que, em meio à barbárie, também existiram pessoas que escolheram a coragem, a compaixão e a esperança.

Foi justamente por isso que fiquei curiosa para conhecer 📖 100 Minutos para Entender: Grandes Guerras, da coleção Fatos & História, da Astral Cultural.

Apesar de ser um livro em formato pocket e com apenas 70 páginas, sua proposta não é esgotar o assunto, mas oferecer uma visão clara e organizada dos acontecimentos que marcaram profundamente o século XX.

Ao longo da leitura, acompanhamos as origens da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, entendemos como decisões políticas, crises econômicas e ideologias extremistas abriram caminho para alguns dos momentos mais dolorosos da humanidade e refletimos sobre o impacto desses acontecimentos até os dias de hoje.

Um dos aspectos que mais gostei foi perceber que o livro não se limita a apresentar datas e fatos. Ele também nos faz pensar sobre o poder da propaganda, da manipulação da informação e sobre como a intolerância pode crescer quando deixamos de questionar determinados discursos.

Naturalmente, os capítulos dedicados ao Holocausto são os mais difíceis de ler. E acredito que devam continuar sendo assim. Preservar essa memória é uma forma de honrar milhões de vidas e lembrar que a História precisa ser conhecida justamente para que tragédias semelhantes nunca mais se repitam.

Para quem já estuda o tema, esta obra funciona como uma boa revisão. Para quem deseja começar, é uma excelente porta de entrada, com linguagem acessível e leitura rápida, sem deixar de abordar os acontecimentos essenciais.

No fim da leitura, fiquei com uma certeza que sempre me acompanha quando mergulho nesse período da História:

Estudar guerras nunca foi, para mim, um interesse pela destruição. É um compromisso com a memória, com a compreensão da natureza humana e com a esperança de que conhecer o passado nos ajude a construir um futuro melhor.


📚💛 E vocês, Pockets? Gostam de livros de História? Existe algum que marcou vocês e que eu deveria conhecer? Quero muito ler as indicações de vocês!

Beijocas, e até a próxima leitura! 📚💛



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O conto da raposa de Filipe de Lima

quarta-feira, 22 de julho de 2026
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Oi, Pockets!🍂🦊

Hoje a dica é O Conto da Raposa, de Filipe de Lima, uma leitura que acompanhei na leitura coletiva organizada pela @lcagcomunicacao.

Confesso que adorei essa história! É uma fantasia que mistura mitologias, lendas japonesas e elementos do folclore, tudo muito bem construído.

Acompanhamos Miguel, um jovem pintor que cresceu ouvindo as histórias do avô sobre uma misteriosa raposa que, na verdade, seria uma poderosa feiticeira. Durante muito tempo, ele não soube se acreditava ou não nesses relatos, até conhecer Dimas, um homem que fica admirado por sua arte e começa a compartilhar diversas lendas do Japão. A amizade entre os dois cresce, e Miguel aceita o convite para conhecer o Japão ao lado de Dimas.

Mesmo antes da viagem, Miguel passa a ter sonhos e visões recorrentes com uma raposa. Ao chegar ao Japão, essas experiências ficam cada vez mais intensas, como se algo o estivesse conduzindo para um destino inevitável.

Além do aspecto fantástico, a narrativa também apresenta os desafios da adaptação a uma nova cultura. Miguel precisa lidar com um idioma desconhecido, costumes diferentes e ainda enfrenta os impactos de uma guerra civil. Enquanto tenta encontrar seu lugar, ele se dedica a ajudar a comunidade em pequenos serviços e, em um desses momentos, conhece Momoe, uma mulher que desperta sua curiosidade desde o primeiro encontro.

Conforme os acontecimentos avançam, os sonhos se tornam cada vez mais reais e perigosos. Em determinados momentos, Miguel parece atravessar mundos que desafiam a própria realidade e, quando retorna, se vê sendo cuidado por Momoe.

Momoe foi uma das personagens de que mais gostei (mesmo duvidando dela). Ela é curandeira e conhecedora das ervas. Ao mesmo tempo em que demonstra cuidado por Miguel, desperta suspeitas por parecer esconder segredos. E, até o final, ela deixa a gente na dúvida.

Gostei muito de como o autor trabalhou a cultura japonesa, as lendas e os diversos questionamentos que surgem ao longo da trama. Os personagens são bem construídos, suas motivações fazem sentido, e os mistérios envolvendo a raposa, Momoe e o próprio Miguel vão sendo revelados aos poucos, mantendo a curiosidade do início ao fim.

A escrita é tão fluida que a leitura passa sem que a gente perceba. Confesso que, em alguns momentos, achei Miguel um pouco ingênuo, mas isso também faz sentido considerando sua pouca experiência com o mundo e com tudo o que estava vivendo. Já a Momoe conquistou meu coração, mesmo me fazendo desconfiar dela praticamente o tempo todo.

Foi uma leitura que me deixou tentando descobrir a verdade até as últimas páginas.

📚O livro está disponível para compra na Amazon



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Forte, Independente e Decepcionada de Andrea Chociacy

terça-feira, 21 de julho de 2026
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Hello, queridos Pockets! 🤍📚
Existem livros que chegam até nós justamente quando precisamos ouvir aquilo que estamos tentando silenciar.

Forte, Independente e Decepcionada, de @andreachociacy da @astralcultural, foi uma dessas leituras para mim. A autora é podcaster do @descobridepoisdeadultapod, onde há anos compartilha reflexões sobre a vida adulta, comportamento, relacionamentos e saúde emocional. Já acompanho seu trabalho há algum tempo e foi justamente por isso que minhas expectativas para este livro eram altas.

E posso dizer que elas foram correspondidas.
Ao longo da leitura, percebi que este não é um livro sobre abandonar a força que construímos ao longo da vida. É sobre entender que não precisamos carregar tudo sozinhas o tempo todo.

Andrea escreve como quem senta ao nosso lado para conversar. Sem julgamentos, sem respostas prontas e sem promessas milagrosas. Apenas nos convida a olhar para nossas escolhas, nossas cobranças e para o peso que, muitas vezes, aceitamos carregar como se fosse uma obrigação.

Algumas páginas me fizeram parar e respirar fundo. Não era apenas uma leitura; era como se alguém estivesse colocando em palavras sentimentos que tantas de nós aprendemos a esconder: a exaustão de tentar dar conta de tudo, o medo de demonstrar fragilidade e a busca incessante por uma perfeição que nunca chega.O que mais gostei foi perceber que a autora não trata a vulnerabilidade como fraqueza. Pelo contrário. Ela nos mostra que reconhecer nossos limites também é uma forma de coragem.

Fechei o livro com a sensação de que ser forte não significa suportar tudo sozinha. Significa, muitas vezes, ter coragem para pedir ajuda, desacelerar e escolher uma vida que faça sentido para nós, e não apenas para as expectativas dos outros.

📖 Uma leitura sensível, honesta e necessária, especialmente para quem, em algum momento, acreditou que precisava ser forte o tempo inteiro.

💬 E vocês, queridos Pockets? Em algum momento da vida também sentiram que precisavam dar conta de tudo sozinhos?

Quero muito conversar com vocês nos comentários. 🤍

Beijocas e inté a próxima! 📚✨



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série Dark Olympus

segunda-feira, 20 de julho de 2026
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📚🖤 Hello, Pockets! Como vão? Amooo além da vida as histórias, crenças e lendas da Grécia Antiga, então, quando vi a série Dark Olympus, da @astralcultural, simplesmente surtei! 🤯💜.


⚠️ Atenção: esta leitura contém gαtilhos relacionados à v!olência, ass@ssin@tos, manipulação polít!ca, abus0 psicológic0, relacionamento pol!amoroso consensual e conteúdo s3xu@l explíci7o (+18).

A proposta de @katee_robert de transportar os deuses para um Olimpo moderno, onde política, poder, desejo e intrigas substituem os antigos templos, conquistou minha atenção desde o primeiro livro.

E posso dizer que, depois de ler os quatro primeiros volumes, minha admiração pela série só aumentou.

✨ Deuses de Neon apresentou um universo fascinante e um Hades e Perséfone completamente diferentes do que eu imaginava.

⚡ Ídolo Elétrico me entregou um dos casais mais emocionantes até agora, mostrando que até quem foi criado para ser uma arma merece encontrar amor e liberdade.

🍏 Beleza Perversa trouxe uma história sobre pertencimento, escolhas e a liberdade de amar sem se prender aos padrões impostos.

🍷 Pecado Radiante consolidou aquilo que mais gosto na série: personagens cada vez mais humanos, romances bem construídos e uma trama política que cresce a cada novo volume.

O mais interessante é perceber como Katee Robert evolui a cada livro. Cada casal possui sua própria identidade, mas todos fazem parte de uma história muito maior. O Olimpo continua mudando, novos personagens ganham protagonismo e a sensação é de que uma grande guerra está sendo construída pouco a pouco.

Sim, a série é extremamente sensual. Mas reduzir Dark Olympus apenas ao h0t seria injusto. O que realmente me conquistou foi a forma como a autora reinventa a mitologia grega, preservando a essência dos mitos enquanto cria personagens cheios de camadas, vulnerabilidades e conflitos.

Agora estou oficialmente rendida e pronta para descobrir tudo o que ainda me espera nesse Olimpo moderno. 🏛️✨

Beijocas e até a próxima! 💋




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