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As Três Tarefas de Cristina Ribeiro de Castro de Laura Pohl

domingo, 23 de agosto de 2026
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Hello, Pockets! 🤎🌽🎈

Existe algo mais brasileiro do que uma festa junina? Agora imagine transformar esse cenário cheio de bandeirinhas, fogueiras, churros e tradições em uma fantasia sombria repleta de criaturas do folclore, pactos antigos e desafios capazes de mudar um destino.

Foi exatamente isso que Laura Pohl fez em "As Três Tarefas de Cristina Ribeiro de Castro" da @galerarecord.

A partir do desaparecimento de Cici, acompanhamos Cristina em uma jornada onde cada escolha pode custar muito mais do que ela imagina. As três tarefas que precisa cumprir são apenas a superfície de uma história que fala sobre família, identidade, traumas herdados e o amor capaz de enfrentar qualquer escuridão.

O que mais me encantou foi a valorização da cultura brasileira. O folclore aparece com força, personalidade e respeito, enquanto a
atmosfera da festa junina cria um contraste perfeito entre o aconchego das memórias afetivas e o suspense crescente da narrativa.

É uma fantasia que emociona, diverte, assusta na medida certa e nos lembra que nossas histórias populares ainda têm muito espaço para
brilhar na literatura contemporânea.

Se você gosta de fantasia com identidade nacional, personagens cativantes e um toque de realismo mágico, essa leitura merece entrar
na sua lista.

✨ Uma história sobre coragem, irmandade e os laços que escolhemos preservar.

Beijocas e inté a próxima!!



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O Amor Não é Óbvio - Elayne Baeta

quinta-feira, 6 de agosto de 2026
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Contém spoilers kkkkk

Sabe aqueles livros que você aguarda ansiosamente pelo lançamento, compra e depois simplesmente vai deixando para ler “depois”? O Amor Não é Óbvio foi um desses para mim.

Demorei anos para finalmente dar uma chance a essa leitura e, na mesma hora, me arrependi de não ter lido antes. Mas, como sempre falo, se eu só li agora, é porque eu precisava de alguma coisa que estava escrita ali.

Acompanhar as histórias por toda São Patrique foi uma delícia. Como boa ouvinte, amei saber das fofocas e das vidas das personagens. E talvez tenha sido justamente isso que fez o livro me tocar tanto: enquanto eu acompanhava a história delas, também fui reencontrando pedaços da minha própria história.

A história começa com Íris investigando Édra depois do fim do casal mais perfeito da escola, Camila e Cadu - vulgo, a paixão de Íris desde sempre.

O romantismo e a paixão de Íris por novelas fizeram com que ela começasse essa investigação. Eu ri muito de como ela virou uma stalker, dizendo para si mesma que era apenas curiosidade para descobrir quem era a pessoa capaz de separar um casal tão perfeito. Ao mesmo tempo em que achei tudo muito engraçado, fiquei agoniada esperando o momento em que ela seria pega ou acabaria se machucando.

Íris me fez rir e voltar no tempo com as fofocas da escola. Lembrei de quando a primeira garota do nosso grupo “perdeu a virgindade” e isso virou assunto por semanas. Ao fim daquele ano, todas as garotas já não eram mais virgens e até quem era, como eu, fingia que não era para se enturmar. Vergonha da Kim de 15 anos. Kkkkk.

A primeira garota a ficar grávida na minha sala, por coincidência, foi também a primeira garota que eu beijei na vida — e o beijo que eu realmente conto como o primeiro, porque selinho eu dou até na minha vó. Kkkkk.

Acho que todos nós já tivemos uma amiga que surtou como a Poly em busca de um amor. No caso dela, especificamente, em busca da tão subestimada perda da virgindade antes da formatura.

Falando na Poly, eu amei a maneira como ela consegue ser meiga e, ao mesmo tempo, completamente surtada. Muitos livros colocam as personagens em caixinhas: ou elas são doces e delicadas, ou são maluquinhas e caóticas. Parece que uma pessoa não pode ser as duas coisas ao mesmo tempo. Poly mostra justamente o contrário.

Wilson também me conquistou. Ele mostra como um nerd muitas vezes é zoado e desvalorizado, mas, mesmo assim, nunca perdeu o seu brilho.

A semana de combate às DSTs na adolescência e o Wilson sendo o “homem preservativo” me fizeram lembrar das campanhas de prevenção na escola. A professora ensinando a usar o preservativo masculino em um tubo de cola e em uma banana, enquanto o esqueleto da sala de ciências era usado para mostrar como utilizar o preservativo feminino - que muitos de nós nem sabíamos que existia. Kkkkk.

Dona Símia me fez lembrar da amizade que eu tinha com Dona Maria, uma senhorinha que morou na kitnet aqui de casa. Fiquei muito amiga dela, e ela me ensinou a fazer tapete de retalhos. Às vezes, eu ficava até tarde conversando com ela enquanto ouvíamos as músicas dos tempos de menina dela, tomávamos chá e ela me contava algumas histórias.

A Dona Símia e sua insistência com o chá me fizeram perceber que, às vezes, tudo o que precisamos para realmente nos entendermos é dar o primeiro passo. A história da sua não formatura que ela conta para Íris e o conselho depois, me deixaram refletindo sobre muitas coisas que deixei passar.

As amizades e as conversas com Édra também me fizeram rir. Sempre fui uma alienígena e, ao mesmo tempo em que fui corajosa como Édra, também me escondi muitas vezes como Íris, me enfiando no meu próprio casulo e afastando todos ao meu redor.

As pessoas do Submundo mostraram como existem lugares em que muitos de nós, que nos escondemos do mundo, podemos realmente existir e ser quem somos sem as amarras do olhar dos outros.

Os amigos de Íris deixaram meu coração quentinho, porque amizades verdadeiras são assim. Podem ser aquelas que existem desde sempre ou aquelas que simplesmente surgem “do nada”. O mais importante é que vocês se enxerguem como indivíduos e se amem apesar de tudo.

Maurício foi um dos meus personagens favoritos. Além de trabalhar em uma livraria, que é um dos meus sonhos, ele é gay assumido e não leva desaforo para casa. Impossível não gostar dele.

Cadu também me surpreendeu. Ele ensinou mais para Íris em uma única noite do que “Amor em Atos” e Maritza conseguiram ensinar em meses. E eu também aprendi muito com ele.

Principalmente sobre como sempre achamos que conhecemos uma pessoa quando, na verdade, acompanhamos apenas um pedacinho dela. Isso diz muito sobre os recortes que vemos nas redes sociais: as pessoas mostram aquilo que querem que seja visto, e quase nunca temos acesso à história inteira.

Os pais de Íris me fizeram gargalhar e lembrar de acontecimentos da minha própria infância. Meu pai, superprotetor, não queria deixar que eu fizesse coisas básicas, enquanto minha mãe estava sempre me incentivando a conhecer o meu mundo.

E talvez por isso eu tenha entendido tanto a Édra.

A liberdade dela incomoda muita gente. Ela me fez revisitar a Kimberly adolescente, que vivia brigando com o pai porque queria viver intensamente, enquanto ele sempre queria me manter sob suas asas.

Édra nos mostra um lado muito bonito de assumir as próprias escolhas diante do mundo e não baixar a cabeça por causa delas. O maior enfrentamento dela nunca foi com o pai ou com seus amores. O maior enfrentamento dela acontece todos os dias, sendo uma alienígena vivendo em um mundo que, muitas vezes, também não consegue entender a si mesmo.

Já Íris... bom, Íris me irritou em alguns momentos. Kkkkk. Todo o melodrama que ela passa, e que, em boa parte, foi causado por ela mesma, me fez lembrar por que eu detestava a adolescência quando era adolescente. E o pior, para mim, foram as atitudes que ela tomou em relação à Édra sem sequer consultá-la.

Eu queria entrar no livro e sacudir a menina algumas vezes. Mas talvez seja justamente isso que torne Íris tão real. Ela erra, se precipita, cria histórias na própria cabeça, age baseada no que acredita saber e só depois percebe as consequências. Adolescente sendo adolescente, basicamente.

No fim, acho que esse é um dos maiores motivos para O Amor Não é Óbvio ter me tocado tanto: as personagens me fizeram lembrar de muitos acontecimentos da minha vida e, principalmente, de muitas pessoas queridas que já partiram.

A dedicatória me arrebentou. Assim como o pai da autora, o meu sempre me apoiou e queria muito me ver publicando um livro físico. Espero que, um dia, de onde quer que ele esteja, consiga ver esse sonho realizado.

E talvez seja por isso que eu tenha sentido tanto essa leitura.

Para falar a verdade, se eu tivesse lido O Amor Não é Óbvio em 2018 quando conheci a história, ou quando foi lançado pela Galera em 2019, provavelmente não teria sido tão tocada assim. Com certeza não seria um dos meus livros favoritos deste ano.

Mas eu não li naquela época. Eu li agora.

E cada lembrança que o livro despertou em mim desde as fofocas da escola, as amizades, a adolescência, meus pais, Dona Maria, meus próprios medos, a vontade de viver intensamente e até as pessoas que já não estão aqui, chegou no momento em que eu precisava delas.

Por isso eu sempre digo: o livro vai chegar até mim no momento certo.E O Amor Não é Óbvio chegou.



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Minha História de Amor com Yamada-kun Nível 999 de Mashiro

quarta-feira, 16 de julho de 2025
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Oi Pockets!
E se seu ex te deixasse por alguém que conheceu em um jogo? Pois é… foi assim que comecei a me apegar por Akane em Minha História de Amor com Yamada-kun Nível 999, o primeiro volume do mangá de Mashiro, publicado pela @galerarecord, e que inspirou o anime de mesmo nome.
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A toca das Raposas, O Rei Corvo e Os homens do Rei - Nora Sakavic

sábado, 6 de janeiro de 2024
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Hello Queridos, hoje vou falar de uma trilogia que me deixou apaixonada, confesso que não resisti e a li em inglês, mas quando a @galerarecord anunciou sua aquisição, enlouqueci, precisava tê-los em minha coleção. Tudo pelo Jogo e @norasakavic 
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A onda - Todd Strasser

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
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Oi pockets!!
Hoje vamos falar de um assunto importante FASCISMO e do livro “A onda - Todd Strasser” que é baseado em uma experiência real realizada na escola da cidade de Palo Alto, nos Estados Unidos, em 1969. Mesmo que você não goste tanto assim de política, meu caso, entender o que é fascismo pode te ajudar a compreender muitos cenários e comportamentos sociais. 
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É assim que começa - Colleen Hoover

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023
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Oi pockets!!
Hoje vamos nos render a história de Atlas Corrigan e Lily Bloom ❤ da autora mais vendida na Amazon em 2022: “Collen Hoover”.
“É assim que começa” lançado em outubro de 2022 é uma continuação direta, após seis anos de espera, do livro: “É assim que acaba”. É aquele sopro de esperança e resposta a muita pressão feita no tiktok por fãs que aguardavam que a história de amor entre os desafortunados adolescentes, que foram separados e que podiam, talvez, nunca mais ter se reencontrado.
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Uma magia destilada em veneno - Judy I. Lin

sábado, 31 de dezembro de 2022
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Queridos Pockets, Como vão? Espero que super bem !!!

Não sei se já comentei com vocês sobre meus rituais para leituras, hahaha, porque sou dessas tudo arrumadinho e bebidinha e petisquinho também, para beber sempre prefiro os chás ou águas saborizadas. Tenho algumas migas maravylyndas que dominam as artes dos blends e preparam teas perfeitos.

Quando vi este livro na caixinha do @turistaliterário vibrei com todas as minhas forças, e que brindes perfeitos: Uma Magia Destilada em Veneno de @judyilinauthor é o primeiro livro da série: Os Livros do Chá que chega ao Brasil pela @galerarecord.
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A maldição do Mar - Shea Ernshaw

domingo, 23 de outubro de 2022
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Oi Pockets!!!
Hoje vamos de resenha de mais uma LC da #SociedadeLiterariaCP, o livro A maldição do Mar - Shea Ernshaw', que foi nossa leitura de setembro e super combina com o mês de Outubro: Dia das Bruxas e tals.

O livro é classificado no gênero ficção e fantasia, foi publicado em 2021 pelo Grupo Editorial Record em seu selo que foca nos jovens o: Galera Record.

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