Hello Pockets! O segundo tema de março do @amigosdaleituraoficial era: “Um livro com um nome próprio no título, minha escolha foi: “Eleanor Oliphant está muito bem” de Gail Honeyman da Fabrica 231.
A história gira em torno de Eleanor Oliphant, uma mulher de rotina rígida, socialmente isolada e extremamente literal. Ela vive sozinha, segue horários impecáveis e acredita que está “muito bem”… até que pequenos acontecimentos começam a desmorar essa certeza.
Eleanor é uma personagem única, ao mesmo tempo excêntrica, engraçada e profundamente dolorosa. Sua forma direta de enxergar o mundo traz momentos quase cômicos, mas por trás disso existe uma solidão silenciosa que se revela aos poucos.
Tudo começa a mudar quando ela conhece Raymond, um colega de trabalho simples, gentil e totalmente diferente dela. Raymond não é perfeito, mas é humano, e é justamente isso que aproxima Eleanor do mundo real. A amizade entre os dois é um dos pontos mais lindos do livro, apesar de que por muitos seria improvável, é um sentimento sincero e tranformador.
Há uma influência bem sombria por parte da mãe de Eleanor, ela é controladora e isso marca profundamente nossa protagonista. Aos poucos, entendemos como o passado moldou as atitudes e o comportamento de Eleanor e enfrentar essas memórias é essencial para sua reconstrução, mas falar é fácil, mas como encara-las e modificá-las?
Apesar de ser um romance, o livro nos faz refletir sobre como a cura pode nascer da conexão humana.
Raymond entra na vida dela sem julgamentos, oferece algo simples, mas poderoso: presença e gentileza , a partir dessa amizade, Eleanor começa a se abrir, confiar e enxergar a si mesma de outra forma.
“Às vezes, sobreviver já é um grande ato de coragem.”
“Solidão não é ausência de pessoas — é ausência de conexão.”
“Pequenos gestos podem salvar alguém.”
“Não precisamos estar ‘bem’ o tempo todo para merecer cuidado.”
“Recomeçar também é uma forma de existir.”
Beijos e inté a próxima!

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