Hello Queridos!!! Amoooo Sherlock Holmes, e quando recebi este livro me empolguei imensamente, gratidão ao autor @pacali.ducapo e a @elvineassessoria, pela edição de: “A Última Sinfonia de Sherlock Holmes” produzido pela LC Design & Editorial.
Sabe aquele Sherlock Holmes que resolve tudo com lógica impecável e termina a história com respostas organizadas pode esquecê-lo, neste livro o nosso amado detetive não está apenas investigando um crime, ele se aproxima de um colapso silencioso.
O mais interessante nesta obra é a transformação do caos em linguagem, cada pista não esclarece, desestabiliza, cada descoberta não soluciona, aprofunda o abismo.
O violino de Holmes não é apenas um detalhe, aqui ele é um personagem, deixa de ser um instrumento e sim é uma forma de suportar o mundo. A música não acalma, revela, e quanto mais Holmes “toca”, mas percebemos que essa sonata não está sendo composta para o caso, é uma composição única para si mesmo.
Terminei a leitura com aquela sensação rara de que a história não acabou… ela só saiu das páginas e ficou aqui dentro. Não é uma leitura confortável, ecerteza que não fopi criada para isso, Sherlock Holmes não é só o gênio brilhante que resolve tudo, ele é humano, falho, quase sufocado pela própria mente, e isso muda tudo.
O que mais me marcou foi perceber que o mistério não está apenas no crime, mas no próprio Holmes, quanto mais ele entende o mundo, menos parece conseguir existir dentro dele, é como se a inteligência também pudesse ser considerada uma prisão.
Uma das partes mais lindas , foi o violino ser o conforto, o alicerce, que não desmorona, e esta criação posso dizer é ousada e brilhante, porque ela surpreende do inicio ao fim.
“A mente que tudo entende é a mesma que nunca descansa.”
“Nem todo mistério quer ser resolvido — alguns querem ser sentidos.”
“Holmes não tem medo do crime… tem medo do que ele revela.”
“O silêncio entre as notas diz mais do que a própria música.”
Beijocas e inté a próxima.

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