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A filha perfeita de Lucinda Berry

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026


Oi pessoal!!
Precisamos conversar sobre este livro “A filha perfeita – Lucinda Berry” publicado pela Astral Cultural. Ele me tirou tanto da zona de conforto que eu não conseguia parar de ler.

A história se inicia com o depoimento de Piper Goldstein, assistente social designada para acompanhar o caso de uma criança (Janie) abandonada, encontrada vagando por um estacionamento vagando, usando apenas fralda e algum tipo de coleira estranha. O hospital para o qual Janie é encaminhada também é o local de trabalho de Hannah e Christopher Bauer, ela enfermeira ele cirurgião ortopedista, a vários anos eles vem tentando ter um bebê sem grande sucesso.

Janie precisara de uma cirurgia ortopédica Christopher Bauer e designado para o caso e acaba encantado pela menininha de grandes olhos azuis e decide junto com Hannah se tornarem os pais provisórios de Janie e depois de sua guarda definitiva.

Já sabemos que algo ruim aconteceu, pois, a introdução do primeiro capitulo deixa implícito que o desfecho não foi promissor.


A autora vai intercalando os capítulos entre Hannah Christopher e o depoimento Piper, cada capitulo apresenta a forma de cada um deles de ver os eventos, Christopher parece um pouco cego por todo o amor que ele desenvolve por Janie, Hannah vai se tornando uma narradora não confiável pois o desgaste que cuidar de Janie além de uma gravidez surpresa pela qual ela ansiou por muito tempo a torna mais emotiva e suscetível ao comportamento incomum de Janie.

E impactante como a autora ao mesmo tempo que fala de doença mental também nos faz acreditar que tem algo mais nesta criança, algo mal. Janie rejeita Hannah, a trata com desprezo e desdém e apesar de toda ajuda profissional que eles buscam e impossível para Hannah lidar com ela.

Eu realmente me prendi a esta história e como leitora nunca sabia se Janie sofria de Transtorno de Personalidade Antissocial (TPA) ou se realmente havia algo mal nela, por muitas vezes a forma como ela manipulava Christopher contra Hannah me irritava, mas também era compreensivo como ele se sentia pois se tratava apenas de uma criança de 6 anos.

Já leu este livro? Vem conversar.


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