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A ESCAVAÇÃO - DICA FILME


 Hello Pockets, como vão espero que super bem.

Hoje trago para vocês , mais um filmitcho e claro como já sabem sou a louca por dramas, heis mais um: “A Escavação”. Na minha humilde opinião é claro a rainha @netflix, arrasou nesta adaptação da obra homônima “The Dig” de John Preston, que infelizmente ainda não tem tradução para o português, é um livro imperdível.

Como amo conteúdos históricos, me aventurei a assisti-lo, okay, eu sei que muitos não curtem por ter um ritmo mais lento, afinal trata-se de escavações arqueológicas, mas podem ter certeza vale super a pena. A fotografia de Mike Eley simplesmente ficou estupenda nesta película, sem falar na intepretação de Ralph Fiennes, como Basil Brown e Carey Mulligan como Edith Pretty, adoro além da vida estes atores, poderia ficar horas falando sobre os dois em outros filmes também.

Bem vamos a história, Edith e seu marido Frank Pretty, compraram esta propriedade em 1926. Os dois tinham interesse em arqueologia e havia rumores e lendas locais sobre os artefatos enterrados ali. Porém Frank faleceu em 1934, deixando a esposa sozinha com um filho pequeno e sem levar os planos de escavação adiante. Em 1938, Edith Pretty, resolveu contratar um escavador para explorar o seu terreno, Basil Brown, ele foi indicado pelo Museu de Ipswich, em Suffolk, onde já havia atuado como arqueólogo, mesmo sem formação, era um autodidata, aprendeu arqueologia, astronomia e diversos idiomas ao longo de sua vida, não é incrível isto, e completamente verídico.

Descobertas arqueológicas são sempre surpreendentes, agora, imaginem encontrar a maior e mais importante delas no quintal da nossa casa? Ceússssssss, esta revelação arqueológica foi considerada uma das mais importantes do século 20. No romance de John Preston, a história é relatada nos mínimos detalhes já que é sobrinho de uma das arqueólogas contratadas para somar aos trabalhos de Brown. Edith tinha um interesse particular e prévio por arqueologia, além do marido seu pai também amava o assunto, a compra de da casa de Sutton Hoo foi motivada pela existência de um sítio arqueológico.

Ela esperava encontrar um cemitério viking, mas acabou descobrindo um barco funerário e diversos artefatos anglo-saxões. O filme, claro, toma diversas liberdades criativas: o romance entre os personagens de Lily James e Johnny Flynn, por exemplo, é pura ficção. Simon Stone também cria uma relação silenciosa, entre Pretty e Brown, olhares e cuidados especiais um com o outro, mas não passa disso pois ele era casado e amava sua esposa.

Mas não foge nunca ao contexto original e histórico do livro, apenas o incrementa com a adição de alguns personagens secundários para transmitir as mensagens necessárias: sexismo, sexualidade e preconceito. Não irei esmiuçar demais a história, porque ela é muito interessante e os detalhes a enaltecem e muito, esta descoberta foi extremamente importante para a história mundial, aliás foi revolucionária, eles correram contra o tempo para que a exploração terminasse antes da 2ª Guerra Mundial.

E se vocês são curiosos assim como eu e tem aquele eterno questionamento sobre nossas origens, se o passado é capaz de ficar no passado, assista, pois, muitas das nossas perguntas são esclarecidas.


Beijocas e inté a próxima.





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