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Depois daquele inverno de Brittainy Cherry

terça-feira, 19 de maio de 2026
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Oi, Pockets! 💙
Hoje trago uma leitura que já começa mexendo com a gente desde as primeiras páginas: Depois daquele inverno, da Brittainy Cherry.

A história começa com a Starlet, uma protagonista que tem a vida toda planejada, da faculdade ao casamento, e acredita estar seguindo exatamente o caminho “perfeito”. Só que tudo desmorona no dia do aniversário dela, quando descobre uma traição que quebra completamente essa ideia de controle e estabilidade.

A partir disso, vemos uma virada na vida da personagem, que passa a questionar não só o relacionamento, mas também quem ela é fora desse roteiro certinho. Em meio a esse momento de fragilidade, ela conhece o Milo, o oposto de tudo que estava acostumada: intenso, misterioso e carregado de dor, e é aí que a história começa a se desenvolver de verdade.

A história não trata só de romance (embora tenha hot explícito, para quem gosta). A própria autora deixa claro que a narrativa aborda temas sensíveis como luto, depressão e abuso de substâncias, mostrando diferentes formas de lidar com a dor e o processo de reconstrução emocional. E isso aparece de forma bem presente ao longo da história, deixando tudo mais real, pois vemos como cada personagem lida com o luto.

Agora, indo para a minha opinião… eu gostei da história, mas confesso que no começo fiquei meio em dúvida por causa da relação entre monitora e aluno, mesmo sabendo que eles já se conheciam antes. Achei a Star um pouco despreocupada com algumas decisões da vida dela, ainda mais considerando o quanto ela sempre tentou seguir tudo “perfeito”.

Já o Milo (sim, ele vem com um combo de drama 😅) acaba se apoiando demais nela em alguns momentos, e teve partes que achei um pouco forçadas, embora entenda que os dois são jovens e ainda estão aprendendo a lidar com tudo isso.

Mas, no geral, gostei muito do desenvolvimento deles ao longo da história. Dá para ver o amadurecimento acontecendo, cada um encontrando seu próprio caminho aos poucos. E preciso destacar: a Whitney, amiga da Star, é simplesmente maravilhosa! A amizade, a sinceridade dela… tudo! E o pai da Star? Um verdadeiro fofo 🥹

📱Livro disponível no Kindle Unlimited

👉Você já leu esse ou tem vontade?


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O Proprietário de R. B. Egan

segunda-feira, 18 de maio de 2026
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Hello, Queridos Pockets!

Amo um thriller psicológico, este da @editoratrama: " O Proprietário" de @rb.egan é daqueles livros que falam sobre recomeço, mas termina com um grito de alerta!

Ele me prendeu justamente por isso, e tudo comum demais, simples, cotidiano, e talvez seja aí que mora o perigo.

Cathy está fragilizada.
Um término inesperado, a perda do lugar onde vivia… aquele momento em
que tudo parece fora do eixo. E é exatamente nesse estado que surge a
“oportunidade perfeita”: uma casa bonita, um preço acessível, um proprietário doce e gentil.

Bom demais para ser verdade e a gente sente isso.

Cathy entra querendo recomeçar… mas, o que ela encontra está longe de ser abrigo — é controle disfarçado de gentileza.

O proprietário é educado, atencioso, quase acolhedor.
Mas existe algo nele que não se explica…então surge a regra: jamais entre no jardim.

Parece simples.... Porém, o problema e o perigo nunca é a regra — é o motivo por trás dela.

O mais angustiante é acompanhar Cathy percebendo, aos poucos, que já passou do ponto de voltar atrás. A casa deixa de ser refúgio e se torna um espaço fechado, onde cada detalhe carrega tensão.

E o leitor percebe antes dela…
o que torna tudo ainda mais sufocante.

“Algumas oportunidades não são sorte… são armadilhas bem disfarçadas.”

“A regra não protege — ela esconde.”

"Quando algo parece perfeito demais, talvez já seja tarde para duvidar.”

O que mais me marcou foi isso: não é sobre uma casa…
é sobre como a vulnerabilidade pode nos levar exatamente para onde não
deveríamos estar...

Queridos leiam, um thriller que apesar de um ritmo mais lento , cresce e muito e quando você percebe,
já está tão preso quanto a Cathy.






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O Mundo de Sofia de Jostein Gaarder

sexta-feira, 15 de maio de 2026
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Olá Pockets!
Carol Grayshadow por aqui e hoje trago uma indicação ideal para quem aprecia Filosofia.

O romance O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder, ocupa um lugar curioso entre a ficção e o manual introdutório de filosofia, e talvez seja justamente essa ambiguidade que explique tanto seu sucesso.

A obra acompanha Sofia, uma adolescente que passa a receber misteriosas cartas com perguntas aparentemente simples (“Quem é você?”), falo aparentemente por que essa pergunta é extremamente complexa e delicada. 

Já se perguntou: Quem sou eu? Esse questionamento nos leva a uma auto análise profunda e muitas vezes observamos nosso próprio abismo e surpreendentemente ele nos olha de volta. Portanto, esses questionamentos a conduzem por uma jornada através da história da filosofia ocidental de Sócrates a Jean-Paul Sartre.

Gaarder, por meio de sua escrita didática constrói um panorama que tem como principal mérito a acessibilidade. O texto evita conceitos complexos e os apresenta com clareza, tornando-se uma porta de entrada eficiente para leitores iniciantes que querem entender um pouco de filosofia.
Seu valor reside justamente em ser uma ponte simplificada, mas ainda assim eficaz para conduzir o leitor ao vasto território do pensamento filosófico.

Já leu esse livro ou ficou interessado (a) compartilhe suas ideias 👇🏼.



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A lista de leitura para corações solitários

quinta-feira, 14 de maio de 2026
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Hello queridos Pockets! Trago para vocês uma das nossas   LCS no Sociedade Literária Pocket: "A Lista de Leitura para Corações Solitários", da querida @editoraarqueiro, de @saranishaadamsbooks.

Esse livro chegou até mim como um abraço silencioso… daqueles que a gente nem sabia que estava precisando. 

✨ “Os livros podem ser uma forma de entender outras pessoas… e talvez até a nós mesmos.”

A história gira em torno de pessoas que, de alguma forma, estão perdidas: em lutos, rotinas vazias, medos ou solidões, e encontram nos livros uma ponte inesperada de conexão.

Amei como a autora constrói personagens tão humanos e imperfeitos. Cada um carrega suas dores de um jeito muito particular, e é impossível não snis enxergamos em alguns deles. A biblioteca, os livros deixados como pistas e essa corrente invisível de afeto entre desconhecidos criam uma atmosfera acolhedora e, ao mesmo tempo, profundamente reflexiva.

O que mais me tocou foi o modo com a leitura realmente pode ser um ato de cura. Não milagrosa, mas aquele tipo de conforto que vai costurando a gente por dentro, página por página.

Essa leitura teve um ritmo suave, quase como uma conversa íntima,vperfeita para quem gosta de histórias que aquecem o coração, mas também nos fazem pensar sobre nossas próprias conexões.

Saí desse livro com a sensação de que nunca estamos tão sozinhos quanto imaginamos… Sempre existe uma história, ou alguém, capaz de nos encontrar no momento certo.

Se vocês amam livros sobre livros, personagens cativantes e histórias que abraçam, esse aqui é uma daquelas para ser colocado em um local simplesmente especial.

E nos contem: qual livro já foi esse “encontro” em suas vidas? 



 

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Belas Imperfeições de Alice Feeney

quarta-feira, 13 de maio de 2026
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Hello Pockets, como vão? Estava sentindo falta de resenhar um bom thriller e aqui vamos nós, da autora best seller de Dele & Dela e Pedra, Papel e Tesoura, @alicewriterland: “Belas Imperfeições”

Esta é uma daquelas histórias que nos obarrvam enquanto lemos, nada é exatamente o que parece — e talvez seja esse o maior perigo, Feeney constrói uma narrativa onde as falhas humanas não são apenas detalhes… são o próprio enredo. Cada silêncio, cada lembrança distorcida, cada escolha mal explicada carrega um peso que cresce página após página, como um segredo prestes a escapar.

A escrita é afiada, a trama se passa em um cenário isolado, frio, quase claustrofóbica e isso intensifica tudo. A sensação é de estar preso dentro de uma mente confusa, onde realidade e imaginação se misturam.

Grady Green, nosso protagonista, é um escritor em crise, carregando um peso emocional que transborda em cada pensamento. Ele é o tipo de personagem que você não sabe se quer abraçar ou desconfiar. Há uma fragilidade nele, mas também algo incompleto, como se sempre faltasse uma peça.
Abby (sua esposa): mesmo quando não está presente de forma direta, tem uma ausência quase palpável. Ela não é apenas uma personagem, é uma sensação constante, um eco. Quanto mais você tenta entendê-la, mais percebe que ela é feita de camadas que nunca se revelam por completo. E ainda há os moradores da ilha, figuras enigmáticas, quase como peças de um quebra-cabeça maior. Cada um carrega um ar de normalidade estranha, como se todos soubessem algo que nós leitores ainda não descobriu.

Uma obra íntima, como se a autora sussurrasse verdades desconfortáveis diretamente em nosso ouvido. Começamos tentando entender os personagens… e terminamos desconfiando até de nós mesmos.

O que mais marca não são apenas as reviravoltas (que são impecáveis), mas a sensação constante de inquietação, a dúvida que fica mesmo depois de fechar o livro. Porque, no fundo, quem nunca escondeu suas próprias imperfeições?

Esse não é só um thriller.
É um espelho. E nem todo reflexo é fácil de encarar.

“Às vezes, o que mais tememos não é a verdade… mas o que ela revela sobre nós.”

Queridos e o que mais dizer sobre este livro? Se vocês assim como eu gostam de histórias que brincam com nossas mentes, esse aqui vai te conquistar!



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