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terça-feira, 12 de maio de 2026
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Hello Pockets! O segundo tema de março do @amigosdaleituraoficial era: “Um livro com um nome próprio no título, minha escolha foi: “Eleanor Oliphant está muito bem” de Gail Honeyman da Fabrica 231.  

Eleanor Oliphant Está Muito Bem, de Gail Honeyman,  é um romance, mesmo tratando de temas como:  solidão, trauma e saúde menstal, se tornando sensível, humano, profundo e surpreendentemente acolhedor. 


A história gira em torno de Eleanor Oliphant, uma mulher de rotina rígida, socialmente isolada e extremamente literal. Ela vive sozinha, segue horários impecáveis e acredita que está “muito bem”… até que pequenos acontecimentos começam a desmorar essa certeza.


Eleanor é uma personagem única, ao mesmo tempo excêntrica, engraçada e profundamente dolorosa. Sua forma direta de enxergar o mundo traz momentos quase cômicos, mas por trás disso existe uma solidão silenciosa que se revela aos poucos.


Tudo começa a mudar quando ela conhece Raymond, um colega de trabalho simples, gentil e totalmente diferente dela. Raymond não é perfeito, mas é humano, e é justamente isso que aproxima Eleanor do mundo real. A amizade entre os dois é um dos pontos mais lindos do livro, apesar de que por muitos seria improvável, é um sentimento sioncero e tranformador. 


Há uma influência bem sombria por parte da mãe de Eleanor, ela é controladora e isso marca profundamente nossa protagonista. Aos poucos, entendemos como o passado moldou as atitudes e o comportamento de Eleanor e enfrentar essas memórias é essencial para sua reconstrução, mas falar é fácil, mas como encara-las e modificá-las? 


Apesar de ser um romance, o livro nos faz refletir sobre como a cura pode nascer da conexão humana. 

Raymond entra na vida dela sem julgamentos, oferece algo simples, mas poderoso: presença e gentileza , a partir dessa amizade, Eleanor começa a se abrir, confiar e enxergar a si mesma de outra forma.


“Às vezes, sobreviver já é um grande ato de coragem.”


“Solidão não é ausência de pessoas — é ausência de conexão.”


“Pequenos gestos podem salvar alguém.”


“Não precisamos estar ‘bem’ o tempo todo para merecer cuidado.”


“Recomeçar também é uma forma de existir.”


Beijocas e inté a próxima!


#EleanorOliphant #GailHoneyman #Fábrica231

#PersonagensMarcantes #desafios2026

#amigosdaleituraoficial #desafiosmarço2026 #LivrosQueEmocionam

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A Última Sinfonia de Sherlock Holmes de Pacali Ducapo

segunda-feira, 11 de maio de 2026
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Hello Queridos!!! Amoooo Sherlock Holmes, e quando recebi este livro me empolguei imensamente, gratidão ao autor @pacali.ducapo e a @elvineassessoria, pela edição de: “A Última Sinfonia de Sherlock Holmes” produzido pela LC Design & Editorial.

Sabe aquele Sherlock Holmes que resolve tudo com lógica impecável e termina a história com respostas organizadas pode esquecê-lo, neste livro o nosso amado detetive não está apenas investigando um crime, ele se aproxima de um colapso silencioso.

O mais interessante nesta obra é a transformação do caos em linguagem, cada pista não esclarece, desestabiliza, cada descoberta não soluciona, aprofunda o abismo.

O violino de Holmes não é apenas um detalhe, aqui ele é um personagem, deixa de ser um instrumento e sim é uma forma de suportar o mundo. A música não acalma, revela, e quanto mais Holmes “toca”, mas percebemos que essa sonata não está sendo composta para o caso, é uma composição única para si mesmo.

Terminei a leitura com aquela sensação rara de que a história não acabou… ela só saiu das páginas e ficou aqui dentro. Não é uma leitura confortável, ecerteza que não fopi criada para isso, Sherlock Holmes não é só o gênio brilhante que resolve tudo, ele é humano, falho, quase sufocado pela própria mente, e isso muda tudo.

O que mais me marcou foi perceber que o mistério não está apenas no crime, mas no próprio Holmes, quanto mais ele entende o mundo, menos parece conseguir existir dentro dele, é como se a inteligência também pudesse ser considerada uma prisão.

Uma das partes mais lindas , foi o violino ser o conforto, o alicerce, que não desmorona, e esta criação posso dizer é ousada e brilhante, porque ela surpreende do inicio ao fim.

“A mente que tudo entende é a mesma que nunca descansa.”

“Nem todo mistério quer ser resolvido — alguns querem ser sentidos.”

“Holmes não tem medo do crime… tem medo do que ele revela.”

“O silêncio entre as notas diz mais do que a própria música.”

Beijocas e inté a próxima.



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A Loja dos Dias de Chuva de You Yeong-Gwang

sexta-feira, 8 de maio de 2026
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Hello Queridos!!! Vocês sabem o quanto amo um healling fiction né? Hoje trago uma capa lindinha e com uma história que nos leva a inúmeras reflexões: “A Loja dos Dias de Chuva” de You Yeong-Gwang ( 유영광) da @editoralivrosdaalice.

Este livro nos apresenta uma história que pode parecer simples à primeira vista, mas que carrega uma proposta sensível e reflexiva sobre: escolhas, felicidade e identidade. A forte influência do realismo mágico asiático, mistura fantasia com uma delicadeza sem igual aos dilemas humanos mais profundos.

Acompanhamos Serin, nossa protagonista, uma jovem insatisfeita com sua vida difícil, marcada por perdas, pobreza e solidão, este cenário muda quando ela recebe um convite para visitar uma misteriosa loja que só aparece em dias de chuva, um lugar especial onde é possível trocar de vida.

Dentro desse espaço mágico, Serin tem apenas uma semana para escolher uma nova existência perfeita. Mas há um risco: se não encontrar a felicidade, ficará presa ali para sempre, um pouco apavorante, mas quem nunca se questionou: “e se pudessemos recomeçar completamente — saberíamos o que realmente queremos?

Em meio aos Dokkaebi (도깨비) Goblins e a gata Isha, a ambientação com suas diferentes “seções” mágicas ganha e cria um universo encantador e terapêutico, lembrando de obras como “A Livraria dos Finais Felizes” Ou “A Inconveniente Loja de Conveniência”.

“Nem toda vida perfeita é, de fato, feliz.”

“Às vezes, o que você quer mudar não é a sua vida… é a forma como você a enxerga.”

“A felicidade não mora em outro lugar — ela aprende a existir dentro de você.”

“Até os dias de chuva têm algo a ensinar.” ☔

Super indico, uma leitura que nos deixa com o coração quentinho!

Beijocas e inté a próxima.



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A troca de Beth O’Leary

quinta-feira, 7 de maio de 2026
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Hello Pockets! Amo uma Leitura Coletiva, e quando envolve uma releitura simplesmente não recuso, adorooo Beth O’Leary (@betholearyaythor) e juntamente com o @clubedasladies foi pura diversão relembrar cada uma das 412 páginas de: “A Troca”.

Este livro nos envolve em um abraço quentinho, é leve, divertido, mas cheio de reflexões importantes sobre ritmo de vida, prioridades e o que realmente importa.
Leena Cotton, uma jovem super dedicada ao trabalho que, após um erro na empresa, é obrigada a tirar férias, sem saber como desacelerar, me solidarizei com ela mais uma vez, porque sou dessas, jamais desligo, mas paradas são necessárias, então ela aceita uma proposta inusitada da avó.

Conhecemos a singular Eileen Cotton, uma senhora de 79 anos, repleta de energia, que sente que sua vida no interior está monótona, especialmente no amor.

As duas decidem então fazer uma troca: Leena vai para a vida tranquila no interior e Eileen vai para a agitação de Londres.

Eileen é simplesmente maravilhosaaaaa, carismática, engraçada e cheia de coragem, ela prova que nunca é tarde para recomeçar, inclusive no amor. A relação entre as duas é perfeita, uma conexão entre gerações cheia de afeto, aprendizado e cura.

Esse livro é especial e merece releituras, vai além do romance, abrange vários temas: luto, família, recomeços, a importância de desacelerar e mostra que às vezes é necessário mudar de lugar para se encontrar.

✨ “Nem sempre ir mais rápido significa chegar mais longe.”

✨ “Recomeçar não tem idade.”

✨ “Às vezes, tudo o que precisamos é de uma pausa.”

✨ “A vida acontece quando a gente desacelera.”



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Alex Anki: A Ascensão dos Insurgentes, da autora T. S. Linz

quarta-feira, 6 de maio de 2026
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Oi Pockets!

A dica de hoje é Alex Anki: A Ascensão dos Insurgentes, da autora T. S. Linz, publicado pela editora Casa do Escritor e lido durante a leitura coletiva promovida pela @lcagcomunicacao.

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A Pianista de Elfriede Jelinek

segunda-feira, 4 de maio de 2026
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Hello Pockets! O terceiro e último tema do desafio do @amigosdaleituraoficial: era: “Um livro que te tire da zona de conforto, escolhi: “A Pianista” de Elfriede Jelinek da @tordesilhaslivros.

Uma leitura intensa, desconfortável e extremamente provocadora, daquelas que não foram feitas para agradar, mas para incomodar, fazer racionar, refletir. A história acompanha Erika Kohut, uma professora de piano rígida, fria e emocionalmente reprimida. Ela vive sob o controle sufocante da mãe, em uma relação doentia marcada por dependência e opressão. Por fora, Erika é disciplinada e impecável, por dentro um turbilhão de desejos reprimidos, dor e conflitos.

Quando Walter Klemmer, um jovem aluno confiante e sedutor, entra em sua vida, surge a possibilidade de ruptura, porém não da forma romântica que esperamos. O que se desenvolve entre eles é uma relação perturbadora, carregada de poder, obsessão e limites distorcidos.

Não é um livro fácil, em muitos momentos, é incômodo, até chocante, mas é justamente isso que o torna tão impactante e uma leitura necessária, nos retira do conforto, sem pedir permissão, nua e cruamente.

A Pianista não é um romance, é um mergulho desconfortável na mente de alguém que nunca teve liberdade para sentir, e quando o desej0 finalmente encontra espaço…ele não vem como amor. Vem como transgressão...

✨ “O controle pode ser tão destrutivo quanto o caos.”

✨ “Reprimir não elimina, apenas transforma.”

✨ “Há desejos que nascem do silêncio e crescem na dor.”

✨ “Nem toda disciplina é sinônimo de equilíbrio.”

✨ “O que não pode ser dito… acaba sendo vivido de formas distorcidas.”



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Eleanor Oliphant está muito bem de Gail Honeyman

domingo, 3 de maio de 2026
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Hello Pockets! O segundo tema de março do @amigosdaleituraoficial era: “Um livro com um nome próprio no título, minha escolha foi: “Eleanor Oliphant está muito bem” de Gail Honeyman da Fabrica 231.
E um romance, mesmo tratando de temas como: solidão, trauma e saúde mental, se tornando sensível, humano, profundo e surpreendentemente acolhedor.
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Se eu não te odiasse de Ivy Matarazzo

sábado, 2 de maio de 2026
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Oi, Pockets! 💙

A dica de hoje é Se eu não te odiasse, da Ivy Matarazzo, e já vou avisando: fazia tempo que eu não lia um livro com tanto hot assim 👀🔥 (quem gosta, vai amar!). E esse é o terceiro livro, não li os outros, então aviso que tem spoiler da história dos outros irmãos Anschutz.

Na história, conhecemos a Rubi, que é intensa, impulsiva e movida pelo coração. Ela vem de uma realidade mais simples, mas não aceita ser subestimada por ninguém, principalmente pelo Sean, que é aquele típico rico arrogante que acha que tem tudo sob controle. Os dois já tiveram um passado… e não foi nada bem resolvido. Depois de uma noite juntos, ela se sentiu usada, descartada e completamente desvalorizada. E olha, dá uma dorzinha acompanhar isso, porque a gente sente junto com ela.

O problema é que o destino resolve colocar os dois frente a frente de novo. Só que agora a Rubi não é mais a mesma, ela está determinada, não abaixa a cabeça e não pretende deixar ele passar por cima dela outra vez. E o Sean… bom, ele começa a perceber que talvez tenha perdido muito mais do que imaginava. Porque enquanto ela tenta seguir em frente, ele começa a cair, e daquele jeito: apaixonado mesmo.

O que eu gostei muito na história foi justamente essa questão familiar e de construção pessoal. A Rubi é uma personagem forte, decidida, que vai se colocando no mundo e entendendo o próprio valor. Não é só romance, tem esse lado de se impor, de não aceitar migalhas, de crescer mesmo.

Agora sobre o romance… é intenso, é cheio de conflito, tem muita química e sim, bastante cena hot (bem mais que o normal, inclusive, como a própria autora comenta). É aquele tipo de história que mistura raiva, atração e sentimentos mal resolvidos, e a gente fica preso querendo saber como isso vai se resolver.

Super recomendo para quem gosta de:
💙 enemies to lovers
💙 segunda chance
💙 personagens intensos
💙 MUITO hot 🔥

Uma leitura envolvente, intensa e que entrega exatamente o que promete, romance, conflito e uma protagonista que sabe o que merece.

💬 Me conta: você gosta de livro com hot?
📱Livro disponível no kindle unlimited




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Dica de livro - Assassinato no campo de golfe

sexta-feira, 1 de maio de 2026
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Olá Pockets!
Carol Grayshadow por aqui e hoje trago a indicação de um livro de Agatha Christie: 

📚Assassinato no campo de golfe.

🔎Leitura de Março do grupo Lendo Agatha Christie em Ordem Cronológica.

🕵🏻‍♀️Mediadora @suesouzas.

O livro vai além do clássico “quem matou?” E confesso que fiquei espantada com tudo o que aconteceu, pois o verdadeiro encanto está em como somos conduzidos até a resposta.

O livro é narrado por Hastings, fiel companheiro de Hercule Poirot e constrói uma atmosfera de tensão crescente desde o momento em que um pedido de socorro chega tarde demais e um corpo é encontrado, dando inicio ao grande mistério. O que aconteceu? Como aconteceu? Quem cometeu?

O leitor atento sente que há algo fora do lugar, mas dificilmente consegue antecipar a totalidade da revelação. Quando o final chega, ele não apenas surpreende-se, mas também reorganiza mentalmente toda a história. É o tipo de plot twist que não invalida o percurso, mas o ilumina sob uma nova perspectiva.

Christie alterna momentos de aparente simplicidade com reviravoltas sutis, o suspense não depende de ação constante, mas de um jogo psicológico e um convite silencioso para desconfiar até das evidências mais sólidas.

O desfecho de Assassinato no Campo de Golfe recompensa a atenção e desafia expectativas. É uma obra que prende não somente pelo mistério, mas também pela inteligência em o revelar no momento exato e da forma mais impactante possível.

E você leitor? Já leu ou ficou interessado (a) nesse livro? Comenta 👇🏼 e vamos conversar sobre.





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Dica de livro - Os esquecidos de domingo

terça-feira, 28 de abril de 2026
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Hello Queridos como vão? Após inúmeras lágrimas e ainda derramando mais algumas enquanto escrevia esta resenha, apresento a vocês uma história se sensível, lynda, e profundamente humana, falo de “Memórias de Domingo” de @ valerieperrin_ da @intrinseca. 


Adoro esta autora desde o seu primeiro lançamento, mas vou dizer este está sendo meu favorito até o momento, é um romance sensível com vários temas que nos tocam:  memória, velhice, amor e as histórias que não podem ser esquecidas. Acompanhamos Justine, uma jovem que trabalha em um lar de idosos e registra as memórias de uma moradora quase centenária, mostrando como o passado continua vivo através de suas lembranças. 


Amo além da vida ouvir histórias além de lê-las, e com elas podemos saborear as trajetórias e imaginar cada passagem, estes relatos nos mostram que cada pessoa guarda um universo de experiências que merece ser ouvido.


Justine, é uma jovem de cerca de 21 anos, trabalhar no Les Hortensias, dá um sentido a sua vida. Órfã desde criança, ela vive com os avós e o primo Jules depois que seus pais morreram em um acidente de carro quando ainda eram jovens. Ela adora ouvir as histórias de vida de cada um deles. Entre todos os residentes, ela cria uma ligação muito especial com Hélène, a idosa relata com detalhes a história de vida e um grande amor do passado. 

Justine encantada registra tudo em um caderno, transformando a história de Hélène em algo que jamais será esquecido. Enquanto escreve, ela também começa a confrontar os segredos e silêncios de sua própria família, percebendo que o passado muitas vezes guarda verdades difíceis, mas necessárias. 


Quotes que marcaram : 


🖊️ “Ser velho é ser jovem há mais tempo do que os outros.” 

🖊️ “Algumas histórias merecem ser escritas para que o tempo não as apague.”

🖊️ “As pessoas não desaparecem completamente enquanto alguém ainda se lembra delas.”

🖊️ “O passado nunca fica realmente para trás; ele sempre encontra um caminho de volta.”

🖊️ “Há vidas inteiras escondidas por trás de rostos silenciosos.”

🖊️ “Escutar alguém é uma forma de cuidar da sua história.”

🖊️ “Às vezes precisamos contar o passado para entender quem somos.”

🖊️ “O amor deixa marcas que o tempo não consegue apagar.”


O livro traz muitas reflexões sobre memória, envelhecimento e o valor das histórias de quem veio antes de nós.


Super indico a leitura! Beijocas e inté a próxima!


#osesquecidosdedomingo

#valerieperrin

#intrinseca

#livrosqueemocionam

#memorias #livrosquemarcam

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Dica de livro - O livreiro de Gaza

domingo, 26 de abril de 2026
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Hello Pockets!!! Tem leituras que nos deixam completamente sem chão, ao mesmo tempo que permanecemos maravilhados, um exemplo disso é o: O Livreiro de Gaza, de Rachid Benzine da @intriseca. Há livros que contam histórias… e há livros que carregam vidas inteiras entre suas páginas. é um desses raros que não são apenas para ler e sim sentir profundamente.

Benzine escreve com uma delicadeza impressionante. Sem recorrer a excessos, ele nos conduz por uma narrativa íntima, onde cada palavra parece escolhida com cuidado — como se respeitasse a dor, a memória e a esperança de um povo inteiro. É impossível não se comover, livros são as pontes entre o sofrimento e a sobrevivência emocional.

O mais bonito da obra está justamente em seu contraste: enquanto o mundo ao redor desmorona, a literatura permanece como um gesto silencioso de resistência, não é uma obra apenas sobre a guerra, é sobre afeto, memória, dignidade e a necessidade urgente de continuar contando histórias — mesmo quando tudo parece perdido.

"Há lugares onde os livros não são luxo — são sobrevivência."

O livreiro, protagonista da história, é uma presença silenciosa e profundamente marcante. Ele não precisa de grandes discursos para mostrar sua força. Seu gesto mais poderoso é continuar ali, cercado de livros, em meio ao caos. Ele representa a que coragem que não grita e sim aquela que permanece. Sua livraria não é só um espaço físico, mas um refúgio emocional, onde cada obra guarda um pedaço de esperança.

Ao redor dele, surgem personagens que ampliam ainda mais a sensibilidade da obra. Há aqueles que buscam nos livros um escape, um consolo, ou até uma forma de entender a própria dor. Cada pessoa que atravessa aquela livraria carrega consigo marcas invisíveis — e é justamente isso que os torna tão reais, tão humanos.

"Eles não lutam apenas para sobreviver — lutam para não deixar suas histórias desaparecerem."

Um livro que dói… Que fala de guerra, mas sussurra esperança, uma leitura que marca não só na memória, mas no coração. 

Beijocas e inté a próxima. 

#OLivreiroDeGaza #RachidBenzine #intrinseca #literaturacontemporanea #livrosquetocam #leiturasensivel #livrosreais #historiasfortes #literaturamundial


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Dica de livro - A chave dos 9

sábado, 25 de abril de 2026
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Oi, Pockets! 

A chave dos 9: e o horizonte de eventos, de Cacau Braga, publicado pela editora Codal. Uma fantasia que prende desde o início!


Na história, acompanhamos nove jovens que, mais do que amigos, acabam se tornando unidos pelas circunstâncias que irão enfrentar. Tudo começa com Fran e Amanda chegando à casa de Amanda e se deparando com um mistério: um garoto desconhecido, e muito bonito, está rondando o local abandonado. Fran logo se impressiona com Paul.


Paul é estrangeiro, mas possui origens brasileiras. Ele está à procura do tio desaparecido, que morava naquela casa. Após esse primeiro encontro, ele vai embora, e as meninas seguem para uma festa com os amigos Gabriel, Juliano, Bruno, Toni, Val e Mariana. Fran, no entanto, tem dificuldade de se conectar com o grupo, principalmente por suas questões de socialização.


Mas tudo muda quando um novo acontecimento faz com que eles chamem Paul de volta. Ele acaba se integrando ao grupo e participa de uma brincadeira que, inesperadamente, se transforma em algo muito mais sombrio. Um “fantasma” surge e passa a indicar um caminho, levando os jovens até uma misteriosa porta.


Ao atravessá-la, eles entram em outra dimensão, um lugar onde encontram versões de si mesmos. E o mais inquietante: versões que representam seus maiores medos. Perdidos, assustados e curiosos, eles precisam enfrentar desafios para sobreviver e encontrar um caminho de volta. Porém, nem todos nesse novo mundo têm boas intenções.


A narrativa traz uma reflexão interessante sobre identidade, escolhas e autoconhecimento. Esse encontro com outras versões de si levanta uma pergunta inevitável: será que gostaríamos de quem poderíamos nos tornar?

Amanda , de certa forma, está ligada àquele universo, e quem mais se vê impactada por ele, principalmente pelo medo de se tornar a versão que mais teme. A construção do universo e a explicação sobre as múltiplas versões, incluindo a existência de pessoas únicas, que não possuem outras versões de si. Esse detalhe adiciona ainda mais profundidade à narrativa.


É uma leitura rápida, envolvente e que nos faz refletir. Eu amei a história e super recomendo! 


👉 Já imaginou encontrar outra versão de você mesmo?

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Dica de livro - Um hino à vida

sexta-feira, 24 de abril de 2026
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Hello Queridos Pockets!!! Esta leitura em conjunto que fiz com as queridas do @ClubedasLadies, foi uma daqueles que precisamos respirar, sentir, dar um tempinho para resgatar a coragem e a sanidade necessária para terminar, falo de “Um Hino à Vida: A vergonha Precisa Mudar de Lado” de Gisèle Pelicot da @companhiadasletras. 


🚨⚠️ ❗ 🔺 🖤 🕊️ Alerta Gatilhos: violênci@, abus0, trauma psicológico, violênci@ contra a mulher, tema sensível, relatos difíceis...


Adianto não foi uma leitura fácil, é daquelas que apertam o peito, revoltam e, ao mesmo tempo, despertam algo muito poderoso dentro da gente, essa não é só mais uma história, é um grito.


Durante a leitura, senti indignação, tristeza… mas também uma força crescente, como se cada página dissesse: você não precisa carregar o que nunca foi seu. E essa foi a parte que mais me marcou: a vergonha não pertence à vítima. Nunca pertenceu.


É um livro necessário, doloroso e, acima de tudo, transformador. Porque não fala só sobre dor — fala sobre coragem, sobre voz e sobre não se calar mais.


Nem toda leitura acolhe… algumas despertam. E essa desperta o melhor e o pior dentro de nós, foi atravessar revolta, desespero e uma avalanche de sentimentos que não cabem em palavras — mas que, ainda assim, precisam ser sentidos.


Cada página carrega um peso difícil de nomear. É impossível não sentir raiva, impotência e um aperto no peito diante de tudo que é exposto aqui.

Mas, ao mesmo tempo, é uma leitura necessária, porque algumas histórias não podem mais ser silenciadas. Porque a dor não pode mais ser escondida.

Porque, como essa obra nos lembra com tanta força:

Esse não é um livro confortável — e nem deveria ser. É um convite para enxergar, refletir e, principalmente, não ignorar, é uma leitura que marca para sempre, uma história que dói, é necessário coragem para encarar essa leitura!


Queridos leiam sabendo: não serão mais os mesmos ao finalizar!


Beijocas e inté a próxima!

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Dica de Livro - O peso de nossos nomes

quinta-feira, 23 de abril de 2026
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Hello Pockets, como vão? Os desafios para este 2026 continuam a todo vapor, o primeiro tema do mês de março do @amigosdaleituraoficial era: “Um autor que tenha o nome ou sobrenome começando com E, F ou G”, escolhi: Emilly Giffin (@emillygiffinauthor), com o título: “O Peso de Nossos Nomes” da @harpercollins.    

Esa história é aquela que parece leve à primeira vista, mas carrega emoções profundas e conflitos que ficam com a gente muito depois da última página. A trama nos apresenta personagens que vivem entre escolhas difíceis, expectativas e o peso das próprias histórias. É um livro sobre identidade, pertencimento e, principalmente, sobre como os nomes que carregamos,  e tudo o que vem com eles podem moldar quem somos.

Sam Kemp, um homem dividido entre o dever e o coração. Como membro de uma família tradicional e cheia de expectativas, ele carrega o peso do sobrenome e tudo o que ele representa. Sua vida parece já traçada, até conhecer Alice Scott.

Alice, por outro lado, é uma personagem cativante, intensa, espontânea e repleta de sentimentos, vive um romance inesperado com Sam durante uma viagem à Europa. O relacionamento nasce de forma leve, mas rapidamente ganha profundidade, mostrando o contraste entre a liberdade e responsabilidade.

A família de Sam, em especial sua mãe, marca presença na história, simbolizando as pressões sociais e os caminhos já definidos que ele deveria seguir. É através dessas relações que vemos o verdadeiro conflito do livro: seguir o que esperam de você ou ouvir a própria verdade?

Emily Giffin constrói personagens humanos, cheios de falhas e dúvidas, o que torna a leitura extremamente envolvente. Sam não é um protagonista perfeito, e é justamente isso que o torna real. Alice, por sua vez, representa coragem emocional, mesmo quando amar significa sofrer.

Este livro nos leva a refletir e muito! Até que ponto o amor é suficiente quando o mundo inteiro parece estar contra? Ou ainda  até que ponto somos donos da nossa própria história?

 “Entre o dever e o desejo, alguém sempre sai ferido.”

 “Nem todo amor nasce para durar, mas isso não o torna menos verdadeiro.”

 “Às vezes, o maior peso que carregamos não está no nome, mas nas escolhas.”

 “Ser quem você é pode significar decepcionar quem você ama.”

Beijocas e inté a próxima!



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Dica de Audiobook - Claudine na escola

quarta-feira, 22 de abril de 2026
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Olá, Pockets! 

Hoje a indicação é de Claudine na escola, de Colette, publicado pela editora Meia Azul, disponível na Tocalivros.

A história acompanha Claudine, uma jovem cheia de personalidade que narra, com muito humor e ironia, sua rotina em uma escola no interior da França. Mas não espere uma protagonista “comportada”, Claudine é questionadora, observadora e completamente fora dos padrões esperados para meninas da época.

Ao longo do audiolivro, vamos acompanhando suas relações com colegas e professoras, além das situações do cotidiano escolar que, muitas vezes, são caóticas, críticas e até provocativas. A narrativa em primeira pessoa aproxima muito a gente da personagem, e é impossível não se envolver com suas opiniões afiadas e seu jeito irreverente de ver o mundo.

Confesso que, em alguns momentos, a Claudine me irritou bastante. Achei ela arrogante em certas atitudes, principalmente na forma como lida com as pessoas ao seu redor. Mas, ao mesmo tempo, dá para entender um pouco desse comportamento: ela cresceu de forma muito livre, marcada pela ausência da mãe e por um pai pouco presente e disciplinador. Em vários momentos, senti que esse jeito mais intenso e provocativo também é uma forma de chamar atenção e afirmar sua identidade.

Outro ponto que me chamou atenção foi como a obra traz temas extremamente atuais, mesmo tendo sido publicada em 1900. A autora foi muito original ao abordar questões como sexualidade, relações afetivas entre mulheres e até situações de assédio no ambiente escolar, tudo isso de forma direta e nada romantizada.

A narração também me lembrou bastante o estilo de Anne de Green Gables, principalmente por esse tom mais espontâneo, íntimo e cheio de personalidade da protagonista, que parece conversar diretamente com a gente.

O audiolivro faz com que a história ganhe um ritmo envolvente, que combina muito com esse tom confessional da Claudine. A narração de Tatiana Abrantes está excelente, e nos prende e faz rir em diversos momentos da narração.

Recomendo para quem gosta de personagens femininas fortes, narrativas mais ácidas e histórias que fogem do óbvio. 



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Dica de livro - Adversário secreto

terça-feira, 21 de abril de 2026
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Olá Pockets!

Carol Grayshadow por aqui e hoje trago uma indicação de um livro publicado no início da carreira de Agatha Christie: O Adversário Secreto


📖 LC - Lendo Agatha Christie em ordem cronológica mediada por @suesouzas


O livro apresenta ao leitor uma faceta diferente da autora conhecida por seus mistérios clássicos. Em vez de um detetive solitário e metódico, a narrativa acompanha a dupla Tommy Beresford e Tuppence Cowley, dois jovens aventureiros que, em meio às incertezas do pós-Primeira Guerra Mundial, decidem transformar a busca por emprego em uma curiosa “sociedade de aventureiros”.

A história ganha impulso quando os dois se envolvem em uma missão perigosa ligada ao desaparecimento de uma mulher e a um documento político capaz de abalar governos. 

 A inteligência prática, o humor e a ousadia da dupla criam diálogos divertidos e situações inesperadas que levam o leitor a querer saber o próximo passo desses dois jovens detetives.

O livro oferece uma aventura repleta de intrigas, segredos e personagens marcantes, sendo uma ótima porta de entrada para quem deseja conhecer outro lado do talento narrativo de Agatha Christie.


Já leu esse livro ou ficou interessado (a) compartilhe suas ideias 👇🏼.


#agathachristie 

#amoler 

#lendoagathachristieemordemcronologica 

#readagathachristie2026

#readchristie2026

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Dica de Livro - Corpos na areia

domingo, 19 de abril de 2026
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Oi, pockets! 

Não é todo dia que a gente encontra um livro capaz de criar personagens que nos tiram tanto da zona de conforto. E é exatamente isso que "Corpos na Areia", de Emma Rosenblum, faz. Lançamento da Astral Cultural de abril de 2026, o romance já chega causando.

Em Salcombe, uma elite privilegiada passa todos os verões. À primeira vista, suas vidas são perfeitas. Mas quando um corpo aparece na praia durante a temporada, segredos obscuros, inveja e infidelidades ameaçam vir à tona.

Manter segredos numa comunidade pequena, onde todo mundo se conhece desde sempre, nunca é fácil. Ainda assim, os veranistas de Salcombe sustentam suas fachadas ano após ano. Neste verão, porém, são segredos demais para fingir que está tudo bem. Depois que o corpo é encontrado, manter as aparências fica insustentável.

A temporada começa com os preparativos das casas de veraneio. O ponto alto da cidade gira em torno do Iate Clube, seus eventos e, principalmente, do torneio de tênis. Para este ano, contrataram um novo professor: Roberth. Ele sempre sonhou em fazer parte desse círculo de poder, mas lhe falta o requisito principal: dinheiro. Acostumado a conviver com a elite, sabe exatamente quando se destacar e quando é melhor se afastar das fofocas.

Vários casais formam o núcleo da trama: Jason e Laurel, Sam e sua esposa, além de Rachel, a amiga de infância solteira que se enturma com todos. A autora intercala capítulos entre os personagens e nos deixa ouvir seus pensamentos sem filtro. Sabe aquelas coisas que a gente pensa, mas não fala? É isso, e é deliciosamente divertido. Eles são sarcásticos, frívolos e muitas vezes sem noção. Os comentários ácidos e a forma como se veem uns aos outros escancaram o quanto as aparências no convívio social raramente refletem o que realmente pensamos.

Cada um guarda muitos segredos. Apesar de se conhecerem há anos, na prática ninguém ali é o que representa ser. Emma Rosenblum me fez refletir sobre privilégios, falas problemáticas e essa vida perfeita de fachada que virou um dos grandes males de hoje: o abismo entre quem mostramos ser e quem realmente somos.

O desfecho foi coerente com a proposta. Diante do status e da lógica dos personagens, a resolução soa crível e fecha bem o arco da história.

Nota: 4/5



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Dica de livro - Entre noites e fins de semana

quarta-feira, 15 de abril de 2026
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Hello Pockets, como vão? Nossa parceria com a @astral.cultutral, tem sido incrível, e um dos lançamentos que recebemos me deixou impactada, falo de:  Entre Noites E Fins De Semana de Oisin McKenna, @ois_mck91. 


A história nos leva a um fim de semana escaldante em Londres, acompanharemos as vidas entrelaçadas de personagens que tentam equilibrar subempregos, crises de identidade e a complexidade dos relacionamentos modernos. É um retrato cru da geração que vive "entre", sonho e a realidade, noite e o dia.


Temos Maggie, uma força que tenta não desmoronar, nostálgica, carrega saudade e o futuro que ainda não chegou ao mesmo tempo entrega a doçura do cuidado a quem  necessita, mesmo estando exausta, e Ed, um coração inquieto que busca nos encontros e nas noites uma resposta para o vazio, personificando a busca eterna por conexão em um mundo desconectado.


Este livro é um verdadeiro abraço á aqueles que já se sentiram fora do contexto, é sobre encontrar beleza nas frestas, nos apartamentos apertados e nos amores que acontecem entre um turno de trabalho e outro. Uma obra que sussurra que, mesmo no meio da incerteza, ainda somos capazes de sentir intensamente.


Uma leitura perfeita, porque soma a asfixia do cotidiano retratando o capitalismo tardio, feito um cansaço crônico que molda as pessoas e suas escolhas, uma crítica ao sistema que não nos ataca de frente e sim nos esvaziando lentamente e diariamente. 


Ler Oisín McKenna é como caminhar por uma Londres ensolarada e melancólica, onde o amor é urgente e o amanhã é uma promessa incerta. Esta obra não nos entrega apenas uma história; é um sentir sem tamanho, é um estado de espírito. McKenna escreve sobre a beleza trágica de ser jovem, queer e estar à deriva. Ele transforma a precariedade e o cansaço em passagens de uma sensibilidade cortante, capturando o brilho das luzes da cidade nos olhos de quem ainda não sabe para onde ir.


“A vida parecia sempre acontecer em outro lugar — nunca exatamente onde ele estava.” 

“Havia intimidade ali, mas era uma intimidade que não sobreviveria à luz do dia.” 

“Ninguém dizia o que sentia; todos esperavam ser adivinhados.” 


Beijocas e inté a próxima. 


#Entrenoitesefinsdesemana #OisinMcKenna #Astralcultural #LiteraturaQueer #BookgramBrasil #DicaDeLivro #LeituraAtual #LondonLife

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Série de TV Chapelwait

segunda-feira, 13 de abril de 2026
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Oi pockets,

Hoje eu vim compartilhar com vocês uma adaptação de um conto de Stephen King e com ele o terror e garantido.


Publicado originalmente em 1975 com o nome de Salem’s Lot, traduzido no brasil a para “A hora do vampiro”, inspirado em Dracula este conto terror gótico já recebeu algumas adaptações e derivados, Chapelwaite é uma delas. A série de tv de 2021 com uma temporada e 10 episódios foi cancelada após a primeira temporada, apesar de ter sido considerada uma das melhores series de Stephen King.


Nesta série acompanhamos o capitão Charles Boone (Adrien Brody) que, após a morte de sua esposa, resolve se mudar com seus três filhos para Chapelwaite uma casa que recebeu de herança.


A série tem um clima gótico e envolvente que prende e nos faz esperar ansiosamente pelo próximo episódio.


Charles Boone se afastou da família após um evento traumático levou seu pai a loucura, em surto o pai tenta mata-lo. Mas a loucura parece perseguir a família Boone pois ao chegar em Chapelwaite, Charles descobre que os mistérios que envolvem a casa e a serralheria da família podem ter relação com a morte do primo e de sua filha.


Os segredos desta família vão sendo revelados gradativamente e descobrimos que tem muito mais em Chapelwaite do que imaginávamos. Apesar de ser um livro antigo a trama é muito boa e não tenta transformar o antagonista em um herói, mas assim como o Dracula ele é cruel e manipulador.


Entendo a decepção dos fãs quando a serie foi cancelada, mas gostei bastante da forma como ela encerra pois não deixa o final aberto.


E você é fã do Stephen King? Já assistiu Chapelwaite?


🔖Curta e compartilhe para quem ama livros.

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O Adversário Secreto de Agatha Christie

segunda-feira, 6 de abril de 2026
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Olá Pockets!

Carol Grayshadow por aqui e hoje trago uma indicação de um livro publicado no início da carreira de Agatha Christie: O Adversário Secreto

📖 LC - Lendo Agatha Christie em ordem cronológica mediada por @suesouzas
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100 crônicas escolhidas de Rubem Braga

sexta-feira, 3 de abril de 2026
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Olá Pockets!

Carol Grayshadow por aqui e hoje trago uma indicação ideal para quem aprecia textos curtos, reflexivos e poéticos — e para quem deseja enxergar o cotidiano com mais sensibilidade.

Esse livro é 100 Crônicas escolhidas de Rubem Braga da @globaleditora .
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Dica de livro - Aprendendo a Fingir

quarta-feira, 1 de abril de 2026
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Oi, Pockets! ☕📖

A dica de hoje é Aprendendo a Fingir, da Selina Mae, e olha… fazia tempo que um romance universitário não me prendia assim!


Aqui a gente conhece a Athalia, que vive à sombra do irmão gêmeo, Henry, aquele típico jogador popular, controlador e que acha que pode decidir tudo por ela. Só que, dessa vez, ela resolve não aceitar mais. E quando ele começa a implicar porque Dylan será seu monitor de estatística e toma a atitude de mandar um e-mail para o professor, Athalia toma uma decisão impulsiva e divertida: propõe um namoro falso com Dylan.


Mesmo ela achando que o odeia e que ele é insuportável. Mas Dylan? É irritante, convencido, inteligente, bonito… e ainda por cima rival do irmão. Ou seja: o caos perfeito. 🔥


Mas o que começa como vingança vai muito além disso. Ao longo da história, a Athalia vai se descobrindo, percebendo que não precisa ser a filha perfeita que pensam que ela deveria ser, nem a irmã obediente, ou viver à sombra dos pais mortos e seu “legado”… ela pode simplesmente ser ela mesma, mesmo que não tenha as habilidades que esperam dela por causa de seus pais. E isso foi uma das coisas que mais me ganhou na leitura, pois mostra o quanto é importante a gente ser quem deseja.


O romance é leve, na medida certa, com momentos fofos (o Dylan conquista aos poucos, viu? 👀), mas o livro não fica só nisso. O livro mergulha no tema do luto e em como as perdas moldam nossas relações, o que aconteceu com Henry e Athalia. O luto é abordado de forma muito real e sensível. Gostei bastante da amizade de Athalia e Wren, que se apoiam.


É aquele tipo de livro que você começa achando que vai ser só um clichê gostosinho… e quando percebe, tá envolvida, refletindo e torcendo pelos personagens. E gostei do universo criado, algo mais maduro do que outros que li. 💔✨


Se você gosta de:

💙 namoro falso

💙 romance universitário

💙 rivalidade + tensão

💙 ele se apaixona primeiro

💙 protagonistas em processo de autodescoberta


Pode ir sem medo!


💬 Já leu ou ficou com vontade? Me conta aqui nos comentários!


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