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Dica de livro - Os esquecidos de domingo

terça-feira, 28 de abril de 2026
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Hello Queridos como vão? Após inúmeras lágrimas e ainda derramando mais algumas enquanto escrevia esta resenha, apresento a vocês uma história se sensível, lynda, e profundamente humana, falo de “Memórias de Domingo” de @ valerieperrin_ da @intrinseca. 


Adoro esta autora desde o seu primeiro lançamento, mas vou dizer este está sendo meu favorito até o momento, é um romance sensível com vários temas que nos tocam:  memória, velhice, amor e as histórias que não podem ser esquecidas. Acompanhamos Justine, uma jovem que trabalha em um lar de idosos e registra as memórias de uma moradora quase centenária, mostrando como o passado continua vivo através de suas lembranças. 


Amo além da vida ouvir histórias além de lê-las, e com elas podemos saborear as trajetórias e imaginar cada passagem, estes relatos nos mostram que cada pessoa guarda um universo de experiências que merece ser ouvido.


Justine, é uma jovem de cerca de 21 anos, trabalhar no Les Hortensias, dá um sentido a sua vida. Órfã desde criança, ela vive com os avós e o primo Jules depois que seus pais morreram em um acidente de carro quando ainda eram jovens. Ela adora ouvir as histórias de vida de cada um deles. Entre todos os residentes, ela cria uma ligação muito especial com Hélène, a idosa relata com detalhes a história de vida e um grande amor do passado. 

Justine encantada registra tudo em um caderno, transformando a história de Hélène em algo que jamais será esquecido. Enquanto escreve, ela também começa a confrontar os segredos e silêncios de sua própria família, percebendo que o passado muitas vezes guarda verdades difíceis, mas necessárias. 


Quotes que marcaram : 


🖊️ “Ser velho é ser jovem há mais tempo do que os outros.” 

🖊️ “Algumas histórias merecem ser escritas para que o tempo não as apague.”

🖊️ “As pessoas não desaparecem completamente enquanto alguém ainda se lembra delas.”

🖊️ “O passado nunca fica realmente para trás; ele sempre encontra um caminho de volta.”

🖊️ “Há vidas inteiras escondidas por trás de rostos silenciosos.”

🖊️ “Escutar alguém é uma forma de cuidar da sua história.”

🖊️ “Às vezes precisamos contar o passado para entender quem somos.”

🖊️ “O amor deixa marcas que o tempo não consegue apagar.”


O livro traz muitas reflexões sobre memória, envelhecimento e o valor das histórias de quem veio antes de nós.


Super indico a leitura! Beijocas e inté a próxima!


#osesquecidosdedomingo

#valerieperrin

#intrinseca

#livrosqueemocionam

#memorias #livrosquemarcam

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Dica de livro - O livreiro de Gaza

domingo, 26 de abril de 2026
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Hello Pockets!!! Tem leituras que nos deixam completamente sem chão, ao mesmo tempo que permanecemos maravilhados, um exemplo disso é o: O Livreiro de Gaza, de Rachid Benzine da @intriseca. Há livros que contam histórias… e há livros que carregam vidas inteiras entre suas páginas. é um desses raros que não são apenas para ler e sim sentir profundamente.

Benzine escreve com uma delicadeza impressionante. Sem recorrer a excessos, ele nos conduz por uma narrativa íntima, onde cada palavra parece escolhida com cuidado — como se respeitasse a dor, a memória e a esperança de um povo inteiro. É impossível não se comover, livros são as pontes entre o sofrimento e a sobrevivência emocional.

O mais bonito da obra está justamente em seu contraste: enquanto o mundo ao redor desmorona, a literatura permanece como um gesto silencioso de resistência, não é uma obra apenas sobre a guerra, é sobre afeto, memória, dignidade e a necessidade urgente de continuar contando histórias — mesmo quando tudo parece perdido.

"Há lugares onde os livros não são luxo — são sobrevivência."

O livreiro, protagonista da história, é uma presença silenciosa e profundamente marcante. Ele não precisa de grandes discursos para mostrar sua força. Seu gesto mais poderoso é continuar ali, cercado de livros, em meio ao caos. Ele representa a que coragem que não grita e sim aquela que permanece. Sua livraria não é só um espaço físico, mas um refúgio emocional, onde cada obra guarda um pedaço de esperança.

Ao redor dele, surgem personagens que ampliam ainda mais a sensibilidade da obra. Há aqueles que buscam nos livros um escape, um consolo, ou até uma forma de entender a própria dor. Cada pessoa que atravessa aquela livraria carrega consigo marcas invisíveis — e é justamente isso que os torna tão reais, tão humanos.

"Eles não lutam apenas para sobreviver — lutam para não deixar suas histórias desaparecerem."

Um livro que dói… Que fala de guerra, mas sussurra esperança, uma leitura que marca não só na memória, mas no coração. 

Beijocas e inté a próxima. 

#OLivreiroDeGaza #RachidBenzine #intrinseca #literaturacontemporanea #livrosquetocam #leiturasensivel #livrosreais #historiasfortes #literaturamundial


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Dica de livro - A chave dos 9

sábado, 25 de abril de 2026
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Oi, Pockets! 

A chave dos 9: e o horizonte de eventos, de Cacau Braga, publicado pela editora Codal. Uma fantasia que prende desde o início!


Na história, acompanhamos nove jovens que, mais do que amigos, acabam se tornando unidos pelas circunstâncias que irão enfrentar. Tudo começa com Fran e Amanda chegando à casa de Amanda e se deparando com um mistério: um garoto desconhecido, e muito bonito, está rondando o local abandonado. Fran logo se impressiona com Paul.


Paul é estrangeiro, mas possui origens brasileiras. Ele está à procura do tio desaparecido, que morava naquela casa. Após esse primeiro encontro, ele vai embora, e as meninas seguem para uma festa com os amigos Gabriel, Juliano, Bruno, Toni, Val e Mariana. Fran, no entanto, tem dificuldade de se conectar com o grupo, principalmente por suas questões de socialização.


Mas tudo muda quando um novo acontecimento faz com que eles chamem Paul de volta. Ele acaba se integrando ao grupo e participa de uma brincadeira que, inesperadamente, se transforma em algo muito mais sombrio. Um “fantasma” surge e passa a indicar um caminho, levando os jovens até uma misteriosa porta.


Ao atravessá-la, eles entram em outra dimensão, um lugar onde encontram versões de si mesmos. E o mais inquietante: versões que representam seus maiores medos. Perdidos, assustados e curiosos, eles precisam enfrentar desafios para sobreviver e encontrar um caminho de volta. Porém, nem todos nesse novo mundo têm boas intenções.


A narrativa traz uma reflexão interessante sobre identidade, escolhas e autoconhecimento. Esse encontro com outras versões de si levanta uma pergunta inevitável: será que gostaríamos de quem poderíamos nos tornar?

Amanda , de certa forma, está ligada àquele universo, e quem mais se vê impactada por ele, principalmente pelo medo de se tornar a versão que mais teme. A construção do universo e a explicação sobre as múltiplas versões, incluindo a existência de pessoas únicas, que não possuem outras versões de si. Esse detalhe adiciona ainda mais profundidade à narrativa.


É uma leitura rápida, envolvente e que nos faz refletir. Eu amei a história e super recomendo! 


👉 Já imaginou encontrar outra versão de você mesmo?

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Dica de livro - Um hino à vida

sexta-feira, 24 de abril de 2026
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Hello Queridos Pockets!!! Esta leitura em conjunto que fiz com as queridas do @ClubedasLadies, foi uma daqueles que precisamos respirar, sentir, dar um tempinho para resgatar a coragem e a sanidade necessária para terminar, falo de “Um Hino à Vida: A vergonha Precisa Mudar de Lado” de Gisèle Pelicot da @companhiadasletras. 


🚨⚠️ ❗ 🔺 🖤 🕊️ Alerta Gatilhos: violênci@, abus0, trauma psicológico, violênci@ contra a mulher, tema sensível, relatos difíceis...


Adianto não foi uma leitura fácil, é daquelas que apertam o peito, revoltam e, ao mesmo tempo, despertam algo muito poderoso dentro da gente, essa não é só mais uma história, é um grito.


Durante a leitura, senti indignação, tristeza… mas também uma força crescente, como se cada página dissesse: você não precisa carregar o que nunca foi seu. E essa foi a parte que mais me marcou: a vergonha não pertence à vítima. Nunca pertenceu.


É um livro necessário, doloroso e, acima de tudo, transformador. Porque não fala só sobre dor — fala sobre coragem, sobre voz e sobre não se calar mais.


Nem toda leitura acolhe… algumas despertam. E essa desperta o melhor e o pior dentro de nós, foi atravessar revolta, desespero e uma avalanche de sentimentos que não cabem em palavras — mas que, ainda assim, precisam ser sentidos.


Cada página carrega um peso difícil de nomear. É impossível não sentir raiva, impotência e um aperto no peito diante de tudo que é exposto aqui.

Mas, ao mesmo tempo, é uma leitura necessária, porque algumas histórias não podem mais ser silenciadas. Porque a dor não pode mais ser escondida.

Porque, como essa obra nos lembra com tanta força:

Esse não é um livro confortável — e nem deveria ser. É um convite para enxergar, refletir e, principalmente, não ignorar, é uma leitura que marca para sempre, uma história que dói, é necessário coragem para encarar essa leitura!


Queridos leiam sabendo: não serão mais os mesmos ao finalizar!


Beijocas e inté a próxima!

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Dica de Livro - O peso de nossos nomes

quinta-feira, 23 de abril de 2026
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Hello Pockets, como vão? Os desafios para este 2026 continuam a todo vapor, o primeiro tema do mês de março do @amigosdaleituraoficial era: “Um autor que tenha o nome ou sobrenome começando com E, F ou G”, escolhi: Emilly Giffin (@emillygiffinauthor), com o título: “O Peso de Nossos Nomes” da @harpercollins.    

Esa história é aquela que parece leve à primeira vista, mas carrega emoções profundas e conflitos que ficam com a gente muito depois da última página. A trama nos apresenta personagens que vivem entre escolhas difíceis, expectativas e o peso das próprias histórias. É um livro sobre identidade, pertencimento e, principalmente, sobre como os nomes que carregamos,  e tudo o que vem com eles podem moldar quem somos.

Sam Kemp, um homem dividido entre o dever e o coração. Como membro de uma família tradicional e cheia de expectativas, ele carrega o peso do sobrenome e tudo o que ele representa. Sua vida parece já traçada, até conhecer Alice Scott.

Alice, por outro lado, é uma personagem cativante, intensa, espontânea e repleta de sentimentos, vive um romance inesperado com Sam durante uma viagem à Europa. O relacionamento nasce de forma leve, mas rapidamente ganha profundidade, mostrando o contraste entre a liberdade e responsabilidade.

A família de Sam, em especial sua mãe, marca presença na história, simbolizando as pressões sociais e os caminhos já definidos que ele deveria seguir. É através dessas relações que vemos o verdadeiro conflito do livro: seguir o que esperam de você ou ouvir a própria verdade?

Emily Giffin constrói personagens humanos, cheios de falhas e dúvidas, o que torna a leitura extremamente envolvente. Sam não é um protagonista perfeito, e é justamente isso que o torna real. Alice, por sua vez, representa coragem emocional, mesmo quando amar significa sofrer.

Este livro nos leva a refletir e muito! Até que ponto o amor é suficiente quando o mundo inteiro parece estar contra? Ou ainda  até que ponto somos donos da nossa própria história?

 “Entre o dever e o desejo, alguém sempre sai ferido.”

 “Nem todo amor nasce para durar, mas isso não o torna menos verdadeiro.”

 “Às vezes, o maior peso que carregamos não está no nome, mas nas escolhas.”

 “Ser quem você é pode significar decepcionar quem você ama.”

Beijocas e inté a próxima!



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Dica de Audiobook - Claudine na escola

quarta-feira, 22 de abril de 2026
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Olá, Pockets! 

Hoje a indicação é de Claudine na escola, de Colette, publicado pela editora Meia Azul, disponível na Tocalivros.

A história acompanha Claudine, uma jovem cheia de personalidade que narra, com muito humor e ironia, sua rotina em uma escola no interior da França. Mas não espere uma protagonista “comportada”, Claudine é questionadora, observadora e completamente fora dos padrões esperados para meninas da época.

Ao longo do audiolivro, vamos acompanhando suas relações com colegas e professoras, além das situações do cotidiano escolar que, muitas vezes, são caóticas, críticas e até provocativas. A narrativa em primeira pessoa aproxima muito a gente da personagem, e é impossível não se envolver com suas opiniões afiadas e seu jeito irreverente de ver o mundo.

Confesso que, em alguns momentos, a Claudine me irritou bastante. Achei ela arrogante em certas atitudes, principalmente na forma como lida com as pessoas ao seu redor. Mas, ao mesmo tempo, dá para entender um pouco desse comportamento: ela cresceu de forma muito livre, marcada pela ausência da mãe e por um pai pouco presente e disciplinador. Em vários momentos, senti que esse jeito mais intenso e provocativo também é uma forma de chamar atenção e afirmar sua identidade.

Outro ponto que me chamou atenção foi como a obra traz temas extremamente atuais, mesmo tendo sido publicada em 1900. A autora foi muito original ao abordar questões como sexualidade, relações afetivas entre mulheres e até situações de assédio no ambiente escolar, tudo isso de forma direta e nada romantizada.

A narração também me lembrou bastante o estilo de Anne de Green Gables, principalmente por esse tom mais espontâneo, íntimo e cheio de personalidade da protagonista, que parece conversar diretamente com a gente.

O audiolivro faz com que a história ganhe um ritmo envolvente, que combina muito com esse tom confessional da Claudine. A narração de Tatiana Abrantes está excelente, e nos prende e faz rir em diversos momentos da narração.

Recomendo para quem gosta de personagens femininas fortes, narrativas mais ácidas e histórias que fogem do óbvio. 



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Dica de livro - Adversário secreto

terça-feira, 21 de abril de 2026
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Olá Pockets!

Carol Grayshadow por aqui e hoje trago uma indicação de um livro publicado no início da carreira de Agatha Christie: O Adversário Secreto


📖 LC - Lendo Agatha Christie em ordem cronológica mediada por @suesouzas


O livro apresenta ao leitor uma faceta diferente da autora conhecida por seus mistérios clássicos. Em vez de um detetive solitário e metódico, a narrativa acompanha a dupla Tommy Beresford e Tuppence Cowley, dois jovens aventureiros que, em meio às incertezas do pós-Primeira Guerra Mundial, decidem transformar a busca por emprego em uma curiosa “sociedade de aventureiros”.

A história ganha impulso quando os dois se envolvem em uma missão perigosa ligada ao desaparecimento de uma mulher e a um documento político capaz de abalar governos. 

 A inteligência prática, o humor e a ousadia da dupla criam diálogos divertidos e situações inesperadas que levam o leitor a querer saber o próximo passo desses dois jovens detetives.

O livro oferece uma aventura repleta de intrigas, segredos e personagens marcantes, sendo uma ótima porta de entrada para quem deseja conhecer outro lado do talento narrativo de Agatha Christie.


Já leu esse livro ou ficou interessado (a) compartilhe suas ideias 👇🏼.


#agathachristie 

#amoler 

#lendoagathachristieemordemcronologica 

#readagathachristie2026

#readchristie2026

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Dica de Livro - Corpos na areia

domingo, 19 de abril de 2026
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Oi, pockets! 

Não é todo dia que a gente encontra um livro capaz de criar personagens que nos tiram tanto da zona de conforto. E é exatamente isso que "Corpos na Areia", de Emma Rosenblum, faz. Lançamento da Astral Cultural de abril de 2026, o romance já chega causando.

Em Salcombe, uma elite privilegiada passa todos os verões. À primeira vista, suas vidas são perfeitas. Mas quando um corpo aparece na praia durante a temporada, segredos obscuros, inveja e infidelidades ameaçam vir à tona.

Manter segredos numa comunidade pequena, onde todo mundo se conhece desde sempre, nunca é fácil. Ainda assim, os veranistas de Salcombe sustentam suas fachadas ano após ano. Neste verão, porém, são segredos demais para fingir que está tudo bem. Depois que o corpo é encontrado, manter as aparências fica insustentável.

A temporada começa com os preparativos das casas de veraneio. O ponto alto da cidade gira em torno do Iate Clube, seus eventos e, principalmente, do torneio de tênis. Para este ano, contrataram um novo professor: Roberth. Ele sempre sonhou em fazer parte desse círculo de poder, mas lhe falta o requisito principal: dinheiro. Acostumado a conviver com a elite, sabe exatamente quando se destacar e quando é melhor se afastar das fofocas.

Vários casais formam o núcleo da trama: Jason e Laurel, Sam e sua esposa, além de Rachel, a amiga de infância solteira que se enturma com todos. A autora intercala capítulos entre os personagens e nos deixa ouvir seus pensamentos sem filtro. Sabe aquelas coisas que a gente pensa, mas não fala? É isso, e é deliciosamente divertido. Eles são sarcásticos, frívolos e muitas vezes sem noção. Os comentários ácidos e a forma como se veem uns aos outros escancaram o quanto as aparências no convívio social raramente refletem o que realmente pensamos.

Cada um guarda muitos segredos. Apesar de se conhecerem há anos, na prática ninguém ali é o que representa ser. Emma Rosenblum me fez refletir sobre privilégios, falas problemáticas e essa vida perfeita de fachada que virou um dos grandes males de hoje: o abismo entre quem mostramos ser e quem realmente somos.

O desfecho foi coerente com a proposta. Diante do status e da lógica dos personagens, a resolução soa crível e fecha bem o arco da história.

Nota: 4/5



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Dica de livro - Entre noites e fins de semana

quarta-feira, 15 de abril de 2026
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Hello Pockets, como vão? Nossa parceria com a @astral.cultutral, tem sido incrível, e um dos lançamentos que recebemos me deixou impactada, falo de:  Entre Noites E Fins De Semana de Oisin McKenna, @ois_mck91. 


A história nos leva a um fim de semana escaldante em Londres, acompanharemos as vidas entrelaçadas de personagens que tentam equilibrar subempregos, crises de identidade e a complexidade dos relacionamentos modernos. É um retrato cru da geração que vive "entre", sonho e a realidade, noite e o dia.


Temos Maggie, uma força que tenta não desmoronar, nostálgica, carrega saudade e o futuro que ainda não chegou ao mesmo tempo entrega a doçura do cuidado a quem  necessita, mesmo estando exausta, e Ed, um coração inquieto que busca nos encontros e nas noites uma resposta para o vazio, personificando a busca eterna por conexão em um mundo desconectado.


Este livro é um verdadeiro abraço á aqueles que já se sentiram fora do contexto, é sobre encontrar beleza nas frestas, nos apartamentos apertados e nos amores que acontecem entre um turno de trabalho e outro. Uma obra que sussurra que, mesmo no meio da incerteza, ainda somos capazes de sentir intensamente.


Uma leitura perfeita, porque soma a asfixia do cotidiano retratando o capitalismo tardio, feito um cansaço crônico que molda as pessoas e suas escolhas, uma crítica ao sistema que não nos ataca de frente e sim nos esvaziando lentamente e diariamente. 


Ler Oisín McKenna é como caminhar por uma Londres ensolarada e melancólica, onde o amor é urgente e o amanhã é uma promessa incerta. Esta obra não nos entrega apenas uma história; é um sentir sem tamanho, é um estado de espírito. McKenna escreve sobre a beleza trágica de ser jovem, queer e estar à deriva. Ele transforma a precariedade e o cansaço em passagens de uma sensibilidade cortante, capturando o brilho das luzes da cidade nos olhos de quem ainda não sabe para onde ir.


“A vida parecia sempre acontecer em outro lugar — nunca exatamente onde ele estava.” 

“Havia intimidade ali, mas era uma intimidade que não sobreviveria à luz do dia.” 

“Ninguém dizia o que sentia; todos esperavam ser adivinhados.” 


Beijocas e inté a próxima. 


#Entrenoitesefinsdesemana #OisinMcKenna #Astralcultural #LiteraturaQueer #BookgramBrasil #DicaDeLivro #LeituraAtual #LondonLife

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Série de TV Chapelwait

segunda-feira, 13 de abril de 2026
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Oi pockets,

Hoje eu vim compartilhar com vocês uma adaptação de um conto de Stephen King e com ele o terror e garantido.


Publicado originalmente em 1975 com o nome de Salem’s Lot, traduzido no brasil a para “A hora do vampiro”, inspirado em Dracula este conto terror gótico já recebeu algumas adaptações e derivados, Chapelwaite é uma delas. A série de tv de 2021 com uma temporada e 10 episódios foi cancelada após a primeira temporada, apesar de ter sido considerada uma das melhores series de Stephen King.


Nesta série acompanhamos o capitão Charles Boone (Adrien Brody) que, após a morte de sua esposa, resolve se mudar com seus três filhos para Chapelwaite uma casa que recebeu de herança.


A série tem um clima gótico e envolvente que prende e nos faz esperar ansiosamente pelo próximo episódio.


Charles Boone se afastou da família após um evento traumático levou seu pai a loucura, em surto o pai tenta mata-lo. Mas a loucura parece perseguir a família Boone pois ao chegar em Chapelwaite, Charles descobre que os mistérios que envolvem a casa e a serralheria da família podem ter relação com a morte do primo e de sua filha.


Os segredos desta família vão sendo revelados gradativamente e descobrimos que tem muito mais em Chapelwaite do que imaginávamos. Apesar de ser um livro antigo a trama é muito boa e não tenta transformar o antagonista em um herói, mas assim como o Dracula ele é cruel e manipulador.


Entendo a decepção dos fãs quando a serie foi cancelada, mas gostei bastante da forma como ela encerra pois não deixa o final aberto.


E você é fã do Stephen King? Já assistiu Chapelwaite?


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O Adversário Secreto de Agatha Christie

segunda-feira, 6 de abril de 2026
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Olá Pockets!

Carol Grayshadow por aqui e hoje trago uma indicação de um livro publicado no início da carreira de Agatha Christie: O Adversário Secreto

📖 LC - Lendo Agatha Christie em ordem cronológica mediada por @suesouzas
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100 crônicas escolhidas de Rubem Braga

sexta-feira, 3 de abril de 2026
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Olá Pockets!

Carol Grayshadow por aqui e hoje trago uma indicação ideal para quem aprecia textos curtos, reflexivos e poéticos — e para quem deseja enxergar o cotidiano com mais sensibilidade.

Esse livro é 100 Crônicas escolhidas de Rubem Braga da @globaleditora .
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Dica de livro - Aprendendo a Fingir

quarta-feira, 1 de abril de 2026
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Oi, Pockets! ☕📖

A dica de hoje é Aprendendo a Fingir, da Selina Mae, e olha… fazia tempo que um romance universitário não me prendia assim!


Aqui a gente conhece a Athalia, que vive à sombra do irmão gêmeo, Henry, aquele típico jogador popular, controlador e que acha que pode decidir tudo por ela. Só que, dessa vez, ela resolve não aceitar mais. E quando ele começa a implicar porque Dylan será seu monitor de estatística e toma a atitude de mandar um e-mail para o professor, Athalia toma uma decisão impulsiva e divertida: propõe um namoro falso com Dylan.


Mesmo ela achando que o odeia e que ele é insuportável. Mas Dylan? É irritante, convencido, inteligente, bonito… e ainda por cima rival do irmão. Ou seja: o caos perfeito. 🔥


Mas o que começa como vingança vai muito além disso. Ao longo da história, a Athalia vai se descobrindo, percebendo que não precisa ser a filha perfeita que pensam que ela deveria ser, nem a irmã obediente, ou viver à sombra dos pais mortos e seu “legado”… ela pode simplesmente ser ela mesma, mesmo que não tenha as habilidades que esperam dela por causa de seus pais. E isso foi uma das coisas que mais me ganhou na leitura, pois mostra o quanto é importante a gente ser quem deseja.


O romance é leve, na medida certa, com momentos fofos (o Dylan conquista aos poucos, viu? 👀), mas o livro não fica só nisso. O livro mergulha no tema do luto e em como as perdas moldam nossas relações, o que aconteceu com Henry e Athalia. O luto é abordado de forma muito real e sensível. Gostei bastante da amizade de Athalia e Wren, que se apoiam.


É aquele tipo de livro que você começa achando que vai ser só um clichê gostosinho… e quando percebe, tá envolvida, refletindo e torcendo pelos personagens. E gostei do universo criado, algo mais maduro do que outros que li. 💔✨


Se você gosta de:

💙 namoro falso

💙 romance universitário

💙 rivalidade + tensão

💙 ele se apaixona primeiro

💙 protagonistas em processo de autodescoberta


Pode ir sem medo!


💬 Já leu ou ficou com vontade? Me conta aqui nos comentários!


#AprendendoAFingir #SelinaMae #RomanceUniversitário #euleioarqueiro #FakeDating

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Oi pockets!!!!

Hoje é dia panfletar uma obra especial de uma querida amiga “LUNAYA – Filha da Lua, neta do Boaba” da autora Laila Pimenta e ilustrações de Ronald Martins publicado pela Editora Cora.


A dedicatória já nos leva a uma reflexão “ser diferente é um jeito bonito de iluminar o mundo” e de desta forma que mergulhamos na história de Lunaya. Em uma pequena aldeia chamada Kalumba na África com casinhas redondas e pessoas com tons que “iam da cor da terra quentinha, do barro molhado ao tronco das arvores ao sol” em uma note de lua nasceu uma menininha muito especial. Lunaya era diferente das outras crianças, tinha a pele muito clara, uma criança albina.

             

A sensibilidade da autora ao explicar de forma afetuosa que apesar das diferenças nossos corações batem no mesmo ritmo e que são nossas diferenças que iluminam este mundo. Da importância de conhecer nossas histórias, valorizar as tradições passadas por nossos ancestrais.


Encantada com esta historia e em poder compartilhar com vocês este livro lindo!


🔖Curta e compartilhe para quem ama livros.

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